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Listen to Teorias essencialistas by Elisabete Santos MP3 song. Teorias essencialistas song from Elisabete Santos is available on Audio.com. The duration of song is 03:45. This high-quality MP3 track has 274.551 kbps bitrate and was uploaded on 28 Jun 2023. Stream and download Teorias essencialistas by Elisabete Santos for free on Audio.com ā your ultimate destination for MP3 music.










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We are discussing the question of what makes a work of art. There are two types of theories: essentialist theories, which argue that artworks have something inherent that defines them as art, and non-essentialist theories, which believe that there is something beyond the artwork that assigns it value. Essentialist theories include the theory of imitation or representation, the expressivist theory, and the formalist theory. Non-essentialist theories include the institutional and historical theories. The theory of imitation originated with Plato and Aristotle, who believed that art imitates reality. Plato had a negative view of art, considering it an imitation of copies of the sensible world that distracts from true knowledge. Aristotle, on the other hand, saw art as having a pedagogical function, teaching us about reality and harmonizing it. This theory evolved over time, shifting from imitation to representation. However, there are artworks that neither imitate nor represent anything, O problema que nos vamos dedicar Ć© o que faz de uma obra ser uma obra de arte. Temos dois tipos de teorias, as essencialistas, que consideram que as obras de arte tĆŖm algo entre entre elas que as define como arte, e as nĆ£o essencialistas, que consideram que hĆ” algo posterior Ć obra que desatribui esse valor. Como teorias essencialistas temos a teoria da imitação ou representação, a teoria expressivista e a teoria formalista. Como teoria nĆ£o essencialista temos as teorias institucional e histórica. A teoria da imitação surgiu com PlatĆ£o e Aristóteles. Segundo esta teoria, algo Ć© arte se imitar a realidade. Esta definição torna a distinção entre boa e mĆ” obra de arte fĆ”cil, pois a boa obra de arte serĆ” aquela que melhor imitar a natureza. PlatĆ£o tinha uma visĆ£o um pouco negativa sobre a arte. Para ele, a arte, enquanto imitação, Ć© uma imitação das cópias do mundo sensĆvel. Afastava o homem do verdadeiro conhecimento do mundo inteligĆvel, das ideias. Aristóteles, por seu lado, considerava que a arte podia ser uma função pedagógica e ensinava-nos algo sobre a realidade, tornando-a mais harmoniosa. Esta teoria foi sofrendo uma melhoria ao longo dos sĆ©culos e, de imitação, passa a defender como a obra de arte Ć© uma obra de arte se representar algo. Passamos da imitação para a representação. Como crĆtica, podemos dizer que hĆ” obras de arte que nĆ£o imitam nem representam nada, como Ć© o caso das pinturas monocromĆ”ticas. Por outro lado, hĆ” muita imitação e nĆ£o Ć© arte. Outra das teorias essencialistas Ć© a teoria expressivista. No final do sĆ©culo XIX, esta teoria surgiu e temos como autores mais significativos Tolstoy e Collingwood, que defendem que a obra de arte exprime emoƧƵes de forma autĆŖntica. Isto significa que o artista sente uma emoção genuĆna e quer transmiti-la ao pĆŗblico. Temos assim trĆŖs condiƧƵes para ser uma obra de arte. A intencionalidade, a autenticidade e a eficĆ”cia. Collingwood vai um pouco mais Ć frente e afirma que a arte Ć© uma forma do artista clarificar as suas emoƧƵes. O artista utiliza a arte como forma de perceber aquilo que ele próprio estĆ” a sentir. Como crĆtica, podemos referir que existe uma certa impossibilidade de termos a certeza da autenticidade dos sentimentos nos artistas, eles próprios podem estar a enganar. E por outro lado, hĆ” obras que sĆ£o consideradas obras de arte, mas que nĆ£o expressam qualquer emoção. Por fim, temos a teoria formalista defendida por Clive Bell. Este autor defende que uma obra serĆ” uma obra de arte se for criada intencionalmente para exibir uma forma significante e essa forma significante produz uma emoção estĆ©tica no pĆŗblico. Esta forma significante pode ser um conjunto de cores numa tela, um conjunto de sons, uma mĆŗsica, por exemplo. Como crĆtica podemos ver que estamos perante uma posição de princĆpio, ou seja, uma falĆ”cia. Pois, para alĆ©m dele nĆ£o explicar muito bem o que se entende por forma significante, mas vai dizer que a forma significante Ć© aquela que provoca uma emoção estĆ©tica, mas por outro lado a emoção estĆ©tica define-se como aquela que Ć© produzida por uma forma significante.
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