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Listen to sexto by Matheus Protzen MP3 song. sexto song from Matheus Protzen is available on Audio.com. The duration of song is 16:14. This high-quality MP3 track has 122.102 kbps bitrate and was uploaded on 4 Oct 2024. Stream and download sexto by Matheus Protzen for free on Audio.com â your ultimate destination for MP3 music.










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It is impossible to talk to Caio if you don't know about Caio's business. The speaker discusses his career journey, starting in technology and later becoming a professor. He realized he could bring his market knowledge and training skills to a company, which led to the creation of BitTalent. The company focuses on delivering high-quality technology and career development to its employees. The speaker emphasizes the importance of having the right people in the right positions and the transformative power of teamwork. The core business of BitTalent is attracting and hiring the best talent in the market. Ă impossĂvel de falar com o Caio, se vocĂȘ nĂŁo sabe desse negĂłcio do lado do Caio, porque tu vĂȘ aqui em Cachorro, nĂŁo consegue falar com o Caio, tem uma pessoa que nĂŁo sabe. Tipo o CerverĂł aquele, nĂ©? PĂŽ, bizarro, mano. Nossa, ele era... Ă? O meme mais engraçado que eu tive era acharam a mĂĄscara do ladrĂŁo, nĂŁo sei o que e tal, mas a mĂĄscara era assim, era a cara forte. Bah, tĂĄ louco, mano. Sacanagem. Ă... Vou dando uma pisada alta ali. O... Eu acho que a grande... O que eu mais vejo quando a galera fala assim da carreira e como foi a vida dos caras Ă© que eu tenho qualquer coisa menos a jornada do herĂłi. Eu acho que essa Ă© a grande constatação. Porque eu comecei a trabalhar cedo, com outras coisas, fui para a ĂĄrea de tecnologia, sim, fui migrando aos poucos para a ĂĄrea de tecnologia, ainda muito novo. Quando eu fui para a tecnologia, fiquei um tempo, fui para a universidade, comecei a trabalhar, estava trabalhando com desenvolvimento, aĂ rapidamente comecei a liderar alguns times assim, desde cedo, nas empresas que eu passava. Isso era muito legal, mas a gente... Eu consigo entender, nĂ©, que Ă s vezes a gente Ă© muito imaturo para algumas coisas, a gente nĂŁo tem maturidade para algumas tomadas de decisĂŁo. E isso Ă© um aprendizado muito legal, nĂ©, olhando para trĂĄs, assim, Ă© um aprendizado muito legal. AĂ eu fiz um caminho totalmente inverso, porque eu fui demitido, nĂ©, em toda a jornada do herĂłi, tu nunca vai ver essa... Comecei de um jeito pequeno e aĂ... Na realidade, tive o primeiro peso, assim, a primeira porrada difĂcil, tipo, pĂŽ, eu achava que eu era um bom lĂder, etc, e fui demitido. Eu acabo ficando na universidade, indo fazer mestrado, isso me leva para uma carreira de professor, que eu fiquei 12 anos lecionando na universidade. Comecei a trabalhar e criar desenvolvedores aĂ, nĂ©, tipo, de fato, ensinar, lecionar para essa galera, ensinar o que era desenvolvimento de software com muito conhecimento de mercado, porque eu jĂĄ vinha do mercado, jĂĄ tinha ficado uns bons anos no mercado. Entendi que eu nĂŁo era o perfil de profissional que seria um pesquisador, nĂ©, e na Ă©poca era algo interessante, hoje tambĂ©m Ă© assim, na Ă©poca tinha rolado a mudança. Eu era mestre e mestre nĂŁo pesquisava no Brasil, nĂ©, entĂŁo... Ou eu migrava para um doutorado, que nĂŁo era muito o meu perfil, ou eu começava a me destacar de alguma forma. O que eu tinha para me destacar era o conhecimento de mercado, que, de fato, eu trazia comigo na bagagem. E foi isso que começou a fazer eu me aproximar de volta ao mercado e levar para dentro da universidade essa visĂŁo. EntĂŁo, ah, o que o mercado estĂĄ usando? Sempre teve aquela ideia de que, nossa, a academia estĂĄ longe do que estĂĄ sendo usado no mercado. EntĂŁo, eu sempre fazia esse contraponto de levar para dentro da universidade as tecnologias mais hypadas, mais atuais do que estava rolando na Ă©poca, para ensinar, nĂ©, para os jovens lĂĄ, para os estudantes, de fato, o que eles deveriam saber. Quando eles fossem para o mercado de trabalho, o que Ă© que estava rolando lĂĄ, por que essas tecnologias eram essas, por que estavam sendo usadas, etc. E aĂ eu comecei a entender com o tempo tambĂ©m que tinha um certo limite para eu formar esses profissionais, nĂ©, porque chegava um momento ali que saĂa da minha alçada, nĂ©, entĂŁo eu era professor, eu tinha algumas disciplinas, mas tinha alguns pontos, mesmo ajudando e mentorando alguns alunos, chegava um ponto que eu estagnava, porque saĂa da alçada de um professor universitĂĄrio. Foi aĂ que eu comecei a trazer um pouco mais de, pĂŽ, eu tenho todo esse conhecimento de mercado, eu tenho esse conhecimento de formação, eu poderia estar aplicando isso dentro de uma empresa minha. EntĂŁo, obviamente, tem seus desafios, etc, mas eu poderia estar botando todo esse meu conhecimento ali dentro e estar formando essa galera, estar formando o time dos sonhos, que eu esperava, aquele time altamente capacitado, entregando alto nĂvel de tecnologia. E aĂ nasce, entĂŁo, de fato, a BitTalent. EntĂŁo, ainda dentro da universidade, ainda engatinhando, atĂ© que chegou um momento que nĂŁo, eu vou conseguir, de fato, impactar muito mais as pessoas, entregar muito mais resultado, muito mais valor, seja como empresa, para os meus clientes, seja como empresa, para essa galera que estĂĄ comigo, para o time BitTalent, de fato, eu vou estar entregando muito mais lĂĄ, eu vou estar colocando a minha cara nos processos, eu vou estar colocando a minha forma de pensar, a minha forma de criar essa galera, a minha forma de, como Ă© que se diz nos termos universitĂĄrios, de desenvolver e de capacitar. EntĂŁo, eu vou trazer as minhas ideias, colocar dentro da empresa e fazer isso funcionar. Me desliguei completamente da universidade, foi mais uma demissĂŁo, mas ali uma demissĂŁo muito mais amigĂĄvel nesse momento, porque foi mais de trazer o meu propĂłsito para dentro da empresa e começar a trabalhar, de fato, exclusivamente BitTalent. Isso, de fato, começa a fazer uma curva totalmente diferente na minha vida de entrega de resultados, de entrega de valores, de formação de time de alto nĂvel. Aquele time que eu sonhava lĂĄ atrĂĄs, de ter o time dos sonhos, Ă© o time que a gente tem Ă© o time altamente capacitado, pessoas de um nĂvel tĂ©cnico altĂssimo, pessoas de um nĂvel pessoa altĂssimo e pessoas que eu consigo treinar, eu consigo trazer uma visĂŁo de carreira para essa galera, eu consigo mostrar vĂĄrios erros que eu cometi lĂĄ atrĂĄs para esse time nĂŁo estar cometendo. EntĂŁo, a gente traz muitas liçÔes, muitos formatos de treinamento, controle de zona de pressĂŁo, se manter sempre estudando, se manter sempre atualizado, gostar daquilo que estĂĄ fazendo, dedicar, fazer o controle ali de hĂĄbitos saudĂĄveis na vida pessoal dessa galera, para a gente estar fazendo, de fato, esse crescimento, para estar levando esses profissionais para outro nĂvel de carreira. Quando a gente olha profissionais de altĂssimo nĂvel, a gente começa a entender que nĂŁo Ă© sĂł tĂ©cnica. TĂ©cnica Ă© um pilar muito forte, mas a gente precisa estar colocando skills em torno desse profissional que, de fato, levam ele para um outro nĂvel, para um outro nĂvel de carreira, para um outro nĂvel de profissionalismo. E aĂ, quando a gente olha isso, a gente para, olha para trĂĄs, faz essa reflexĂŁo de toda a jornada do Marcos e tu vĂȘ isso casando muito legal com o propĂłsito da B-Talent hoje, com o que Ă© a B-Talent, todas essas ideias que a gente consegue colocar em prĂĄtica, o valor que a gente consegue, de fato, entregar para os clientes. Toda a minha visĂŁo, meu apetite por olhar o mercado, olhar negĂłcios, entender um pouco mais sobre negĂłcio e conseguir levar isso tambĂ©m para dentro dos clientes, da mesma forma que eu entendi um pouco sobre a minha carreira, que eu consigo levar para o meu time, com alguns processos como career check e etc. Eu consigo levar tambĂ©m para os clientes todo esse meu know-how, todo esse meu apetite por negĂłcio, todo esse meu conhecimento de negĂłcio e estar ajudando eles tambĂ©m no negĂłcio deles. EntĂŁo, nĂŁo Ă© sĂł uma entrega tĂ©cnica, Ă© uma entrega muito acima do padrĂŁo. EntĂŁo, quando a gente fala que a B-Talent Ă© uma empresa de pessoas, que Ă© uma empresa de pessoas de tecnologia, a gente fala sobre isso, porque as pessoas certas, nos lugares certos, a gente consegue, de fato, fazer a transformação. Transformação Ă© sobre pessoas, transformação Ă© sobre as pessoas certas na sua zona de potĂȘncia. Quando a gente tem isso, a gente tem transformação, a gente tem inovação, a gente tem essa sĂ©rie de coisas legais que nos surpreendem, essas ideias fora da caixa. Ă muito fora do comum quando a gente consegue, de fato, formar essa equação e ter esse resultado. Pode botar jĂĄ no About You. TĂĄ pronto. PĂŽ, sĂł fui falando, nĂŁo sei. Quer fazer alguma coisa? SĂł fui falando, deu sĂł 90 minutos. Ă, provavelmente, sĂł fui falando, nĂŁo sei o que vai acontecer. Tem bastante material, vou dizer assim. SĂł fui falando. PĂŽ, quer fazer uma, agora, nĂŁo Ă© sobre o MĂĄrcio, Ă© sobre a B-Talent. Quais sĂŁo os valores da B-Talent, por que ela Ă© Ășnica, por que ela existe. E aĂ, talvez, atĂ© aquele slide que tinha o Renato, nĂ©, com os pontos-chaves, nĂ©. VocĂȘ quer eles, ou tĂĄ na... NĂŁo, nĂŁo, esse aĂ tĂĄ na cabeça. Acho que, olhando, a gente sempre tem que entender qual Ă© o nosso diferencial. Quando a gente olha pra B-Talent, a gente precisa pensar e entender o que Ă© o nosso diferencial. Eu acho que por muito tempo, a gente nĂŁo entendia, eu, Marcos, particularmente, nĂŁo entendia bem qual era o propĂłsito. Na realidade, ele tava ali internamente, mas eu nĂŁo conseguia botar pra fora, de fato, nĂ©. AtĂ© que chega um louco aĂ, amigo, parceiro, que diz, cara, tu Ă© uma empresa de pessoas. E a gente começa a entender que, cara, Ă© de fato. De fato, a gente Ă© uma empresa de pessoas. Por que a gente Ă© uma empresa de pessoas, nĂ©. Uma empresa de pessoas de tecnologia. Porque o diferencial sĂŁo as pessoas, nĂ©. Foi algo que eu sempre acreditei, nĂ©. Eu sempre acreditei que as pessoas certas nos lugares certos, nĂ©. A pessoa certa no seu lugar de potĂȘncia Ă© capaz de causar a transformação, Ă© capaz de causar a inovação. Eu sempre montei times altamente eficientes com as pessoas certas, cada um no seu lugar, cada um na sua zona de potĂȘncia. Isso potencializa muito a entrega como um time. E Ă© o que eu falo na B-Talent, nĂ©. A gente entrega como time. A gente ganha como time. A gente sozinho nĂŁo Ă© capaz de nada, mas quando a gente tĂĄ trabalhando como time, a gente Ă© capaz de uma transformação gigantesca. EntĂŁo, quando a gente começa a ver esse potencial e entregar como time, a gente começa a entender o que, de fato, Ă© a B-Talent, nĂ©. EntĂŁo, pra ter essas pessoas, a gente entender o que o nosso core business, de fato, Ă© o quĂȘ? Atrair os melhores talentos do mercado e saber contratar esses talentos. EntĂŁo, a gente parta por um processo de contratação, nĂŁo sĂł rigoroso, mas com vĂĄrias etapas e bem consistente pra trazer os melhores talentos. Os talentos que a gente entende que sĂŁo os perfis de talentos que fazem sentido pro nosso time. A gente aposta trazer esses talentos pra B-Talent. A gente tem todo o nosso Ăąmbito de treinamento pra upskilling e reskilling nesses talentos. A gente foca em colocar esses talentos num alto nĂvel de carreira, nĂ©. EntĂŁo, transformar esses talentos em talentos de altĂssimo nĂvel. E nĂŁo sĂł transformar esses talentos em talentos de altĂssimo nĂvel, mas reter esses talentos por muito tempo dentro da B-Talent. EntĂŁo, esse passou a ser o nosso core business. Quando a gente começou a entender que isso realmente fazia sentido, a gente entendeu a segunda variĂĄvel extremamente importante do jogo, que Ă© o quĂȘ? A facilidade que a gente tem de conectar nas empresas. A facilidade que a gente tem de conectar no negĂłcio dos nossos clientes. EntĂŁo, a gente conseguiu criar um time, criar um ambiente com as pessoas certas que conseguem conectar com muita facilidade aos nossos clientes. O que a gente chama de conectar? Ă entrar no negĂłcio dos nossos clientes, vestir a camisa e entregar resultado acima da mĂ©dia, sabe. NĂŁo Ă© aqui dĂĄ, fazer um corpo mole. NĂŁo, nĂŁo. Ă chegar lĂĄ, chegar chegando, entender, olhar que em alguns momentos tem alguns problemas pra resolver. Ăs vezes atĂ© alguns problemas de negĂłcio. Colocar na mesa, entender como Ă© que vai ser resolvido e de fato focar em entregar resultado, entregar valor. E aĂ a gente vem constantemente impactando os negĂłcios dos nossos clientes, entregando cada vez mais valor. Fazendo entregas de altĂssimo nĂvel. Clientes que cresceram 10 vezes, 20 vezes nos Ășltimos anos. E a gente conseguir fazer toda essa entrega em um formato de conexĂŁo muito legal. Em um formato onde a gente estĂĄ muito prĂłximo do nosso cliente, com um time altamente capacitado. Acelerando o negĂłcio, acelerando a inovação desses clientes. Essa Ă© a alma da B-Talent. Vamos repetindo? Esse vĂdeo tĂĄ muito bom pro Abaute. Porque assim, o Abaute, o cara vai cair no Abaute, por exemplo, falando assim. Ă, mas quem sĂŁo esses caras? Ă, mas quem Ă© esse cara? E vocĂȘ tem que dar aquela, tipo, velho. E ele fala, nĂŁo, o que faz? O que faz? Espera aĂ. Essa Ă© a pegada que vocĂȘ pĂ”e. Porque a primeira coisa Ă©, tipo, o cara confia nele mesmo. NĂŁo, bom. NĂŁo, beleza. E aĂ ele jĂĄ viu o marco. O cara jĂĄ viu o marco no vĂdeo, ele vai de outro jeito. Ă outro game. Ă. E isso serve muito pra complementar a jornada. O cara jĂĄ viu coisas da B-Talent. JĂĄ viu uns que um dia vĂŁo ter um repĂłrter e tal. Quem Ă© esse cara que tĂĄ fazendo esse negĂłcio por aĂ? Quem Ă© ele? PapapĂĄ. Eu quero ver mais. AĂ, Ă s vezes, Ă© aquele fechamento que dĂĄ. E mesmo que ele pegue o primeiro vĂdeo por ano, vai ficar longo. Mesmo que a gente coloque inteiro. O Brasil Ă© um pedaço de foda. Ele confia no marco. Ele confia na B-Talent. Esse Ă© o bicho. E se ele vĂȘ um, vocĂȘ fala, ah, beleza. NĂŁo, beleza. PĂŽ, legal. Em vĂĄrios lugares a gente vai ter um pouco da histĂłria, nĂ©? Tipo, na minha histĂłria, eu nĂŁo falei do tempo que eu fui CTO. Tudo ia ter encaixado ali. E essa foi um problema que eu tenho, cara. A pessoa conecta muito. Ă. Isso conecta muito. Porque ele Ă©... Realmente, ele Ă© tudo falando, assim. NĂŁo tem como... NĂŁo Ă© um script, uma coisa que a gente falou, do mercado, alguma coisa do estado e tal. Ă um nĂvel ali e tal. O cara se encaixa muito com aquilo. Fechou? O que vocĂȘs acham? Fechamos, nĂ©? Fechamos. Fechamos. TĂĄ. TĂĄ. TĂĄ. TĂĄ. TĂĄ.
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