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Listen to audio TR UCIN ajustado by Daniele Perez Gomes MP3 song. audio TR UCIN ajustado song from Daniele Perez Gomes is available on Audio.com. The duration of song is 01:01:59. This high-quality MP3 track has 1026.091 kbps bitrate and was uploaded on 6 Dec 2023. Stream and download audio TR UCIN ajustado by Daniele Perez Gomes for free on Audio.com ā your ultimate destination for MP3 music.










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EntĆ£o, meninas, esse entregamento, ele foi planejado, nĆ©, em auxĆlio da Carol, porque Ć s vezes pode acontecer de a gente precisar enviar o bebĆŖ da UTI, nĆ©, na transição do cuidado da UTI para a maternidade e tambĆ©m da UTI para o filho. EntĆ£o, quais sĆ£o os critĆ©rios, nĆ©, dessa transição? EntĆ£o, o bebĆŖ estĆ” na UTI, ele jĆ” estĆ” bem, nĆ©, ele estĆ”... evoluiu super bem, ele nĆ£o precisa carregar a ventilação mecĆ¢nica, ele nĆ£o... ele estĆ”, pelo menos, hĆ” uma semana respirando sozinho, ele nĆ£o precisa de ajuda de nenhum tipo de ventilatório, ele jĆ” tem total capacidade de sair da UTI. EntĆ£o, nesse momento, a gente vai fazer a transição. Se for um bebĆŖ prematuro, nĆ©, precisa ainda evoluir o ganho de peso, precisa evoluir a amamentação, nĆ©, a gente precisa iniciar esse bebĆŖ sem materno, avaliar se a gente vai ter a postação dele, se ele nĆ£o vai perder mais peso por isso. EntĆ£o, esse bebĆŖ vai ficar na UTI, tĆ”? Porque o perĆodo que ele vai ficar lĆ” Ć© muito maior, nĆ©, entĆ£o a gente nĆ£o vai enviar para a maternidade por conta de todo o processo. E a UTI foi justamente planejada para isso, nĆ©, para o bebĆŖ ter essa continuidade do tratamento lĆ”, sem precisar do cuidado de UTI. Se Ć© um bebĆŖ que a gente pode encaminhar para a maternidade, vai ser um bebĆŖ de termo, nĆ©, um bebĆŖ que jĆ” estĆ” com capacidade total de embalar o peito, sem perder caloria, sem ter perda de peso, e só precisa finalizar o tratamento para alta. EntĆ£o, pode ser que vocĆŖ receba um bebĆŖ com categoria de perigo, nĆ©, que precisa terminar um tratamento medicamentoso, com estiótipo, precisa efetivar a amamentação para poder receber alta para casa mais breve possĆvel, tĆ”? EntĆ£o, nós vamos falar sobre todas essas condiƧƵes de transição do cuidado. EntĆ£o, lĆ” na UTI ou na maternidade, quais sĆ£o os bebĆŖs, quais sĆ£o as condiƧƵes dos bebĆŖs que nós vamos receber lĆ”? EntĆ£o, pode ser que tenha os bebĆŖs na incubadora, nĆ©, com fosfeterapia. EntĆ£o, esse tipo de bebĆŖ jĆ” Ć© uma rotina de vocĆŖs, nĆ©, ter o bebĆŖ em fosfeterapia, mas que precisa de uma avaliação posterior, precisa de um cuidado que relevante tambĆ©m, nĆ©? Um bebĆŖ na incubadora aditiva que seja monitorizado. Quais os bebĆŖs que terĆ£o isso, nĆ©? Um bebĆŖ que nĆ£o tenha ainda 1,8 kg, nĆ©, um bebĆŖ que ele estĆ” menor de 1,8 kg, eu nĆ£o posso colocar ele no berƧo, com roupinha, apesar da roupa, apesar do cobertor, o risco que eu tenho desse bebĆŖ perder calorias por conta da perda de calor vai ser muito maior do que quando ele estiver maior que 1,8 kg, tĆ”? EntĆ£o, para esses bebĆŖs que a gente pode eventualmente dar alta da UTI, eu posso atĆ© dar alta de 1,3 kg. Isso nĆ£o precisa da UTI, mas precisa ainda ter um cuidado mais criterioso, tĆ”? EntĆ£o, ele vai ficar em incubadora, monitorizado com o monitor cardĆaco, com o sensor de temperatura, que a gente dĆŖ uma temperatura em tempo real, a gente designa, antes que vĆ” ficar ele ficando com o termĆ“metro, tĆ”? TambĆ©m vamos ter os bebĆŖs com alimentação VO, que esteja na transmissĆ£o de sonda para VO ou nessa avaliação inicial, tĆ”? EntĆ£o, nós vamos falar tambĆ©m do bebĆŖ com sonda. TambĆ©m vamos ter o bebĆŖ com gastrostomia, nĆ©? Outra realidade nossa. BebĆŖ com cateto edifĆcio, entĆ£o, como eu falei, Ć s vezes para terminar o pediótipo, nĆ©? Para incentivar a alimentação, ainda precisa ter esse cuidado ali com o cateto, tĆ”? E um bebĆŖ menor de 1,8 kg, sim. Como eu falei, o bebĆŖ nĆ£o precisa mais de UTI, mas ele Ć© pequenininho ainda, precisa ficar em incubadora para receber cuidados mais que o periódico. E aĆ, falando de cuidados exteriores, avaliação de sinais vitais precisa ser exterior, nĆ©? NĆ£o Ć© simplesmente ir lĆ” e falar, eu vou ver os sinais, avaliar a frequĆŖncia cardĆaca, a aturação lĆ” nos oximetros, anota e ok. NĆ£o. Por que? Como que eu vou fazer essa avaliação, nĆ©? Para tudo tem um porquĆŖ, nĆ©? EntĆ£o, por que que eu estou fazendo os sinais vitais, nĆ©? Para avaliar o quĆŖ? Quais sĆ£o as funƧƵes do bebĆŖ nesse momento? EntĆ£o, a gente precisa ter uma avaliação crĆtica dos valores dos sinais vitais e saber avaliar as funƧƵes clĆnicas do bebĆŖ na hora da avaliação dos sinais vitais tambĆ©m. Um bebĆŖ agitado, chorando, um bebĆŖ gelado. EntĆ£o, a avaliação aos sinais vitais nĆ£o vĆ£o ter dentro do padrĆ£o de normalidade por conta de outros fatores, nĆ©? Ćs vezes o bebĆŖ chegou lĆ” para avaliar os sinais vitais e o bebĆŖ estĆ” ecoativo, estĆ” descorado, nĆ©? AtĆ© se anote, atĆ© avaliar, nĆ©? Quando eu coloco os oximetros, eu nĆ£o tenho uma leitura que designa, mas por quĆŖ? A perfusĆ£o dos membros nĆ£o estĆ” adequada para avaliar os sinais nesse momento. EntĆ£o, primeiro eu vou ter que avaliar as funƧƵes clĆnicas para depois conseguir lanƧar os sinais vitais de forma segreda, tĆ”? E como que a gente vai avaliar, entĆ£o? Primeiro, que eu jĆ” falei, a gente tem que estar atento aos sinais do bebĆŖ. Se ele estĆ” coragem, se estĆ” se anote com a perfusĆ£o, nĆ©? Qual que Ć© a perfusĆ£o adequada, nĆ©? Quando ele estĆ” coragem, o pĆ©zinho estĆ” coragem, eu coloco os oximetros. A leitura do pulso, a curva, nĆ©, da leitura estĆ” bem redondinha. Ela estĆ” mostrando para a gente que a leitura estĆ” tendo que ver, nĆ©? Ela mostra uma leitura como estĆ” bem traƧada lĆ” do monitor. Eu nĆ£o vou confiar, nĆ©? EstĆ” mostrando ali uma saturação de 93%, uma frequĆŖncia de 149, mas a gente estĆ” vendo que eles nĆ£o estĆ£o lendo adequadamente. Eu preciso esperar a curva ficar certa para poder lanƧar os sinais vitais de forma segredinha, tĆ”? Preciso ver se o sensor estĆ” funcionando adequadamente, porque eu deveria ficar na incubadora monitorizada continuamente. Ćs vezes sai o oximetro do pĆ©zinho, Ć s vezes ele chore e nĆ£o estĆ” tendo uma leitura naquele momento. EntĆ£o, primeiro eu vou esperar o bebĆŖ se acalmar. Primeiro eu vou esperar ele, se eu tiver frio, vou esquentar esse bebĆŖ para depois lanƧar os sinais vitais, tĆ”? E para ver se cai, entĆ£o, em primeiro lugar, a saturação de oxigĆŖnio. Como eu falei, Ć s vezes vai ter o bebĆŖ com o monitor cardĆaco, no caso da Lucinha, Ć s vezes a gente deixa com a monitorização cardĆaca mesmo, no monitor, e se Ć© um bebĆŖ mais estĆ”vel, que jĆ” estĆ” no beijo, que jĆ” tem o maior oxigĆŖnio que tem, eu nĆ£o tenho necessidade de deixar ele monitorizado 24 horas. Eu só vou colocar o consultorzinho pro portĆ”til na hora de usar a verificação dos sinais vitais, tĆ”? E aĆ, como eu jĆ” falei, precisa estar sempre atento aos sinais do bebĆŖ antes de lanƧar a saturação. Porque, Ć s vezes, o bebĆŖ se mexe, nĆ£o precisa nem estar ajustado, Ć s vezes ele estĆ” só se mexendo ali dentro da incubadora e a saturação mostra 85, por exemplo. Nossa, o bebĆŖ estĆ” saturando, nĆ©? JĆ” comeƧa a ficar meio que desesperado por conta disso, mas vamos, nĆ©? Vamos esperar primeiro o bebĆŖ se acalmar, vamos esperar ter a curva adequada para depois vamos esperar ter a curva adequada para depois verificar a saturação correta, nĆ©? EntĆ£o, a gente tem um videozinho no posicionamento do sensor, na forma adequada de posicionar. A gente pode posicionar tanto no bracinho, quanto na mĆ£ozinha ou no pezinho, nĆ©? Respeitando a altura da artĆ©ria, nĆ©? Onde ele consiga captar com mais facilidade Ć© o hemoglobina no capilar. NĆ£o precisa apertar muito, nĆ©? Pode ser de forma sutil, porque Ć© bem sensĆvel esse sensor, nĆ©? Por isso que quando o bebĆŖ mexe, ele jĆ” para de fazer uma leitura. EntĆ£o, a leitura do sensor, a luz do sensor Ć© muito sensĆvel. EntĆ£o, ela consegue captar tranquilamente e tiver uma perfusĆ£o adequada. Tem que lembrar da perfusĆ£o. Se nĆ£o tiver uma perfusĆ£o adequada, ele nĆ£o vai conseguir fazer uma leitura adequada. Tem um outro videozinho que Ć© a posição do sensor no pezinho. Uma situação importante aĆ. A leitura, entĆ£o, Ć© melhor captar pela luz, Ć© melhor a gente colocar na planta do pĆ©. Ele lĆŖ no dorso do pĆ©? Ele lĆŖ. Mas a leitura mais rĆ”pida seria numa planta do pĆ©, a luz. Por que a gente coloca a direção do sensor para trĆ”s? Porque ela, principalmente quando o bebĆŖ Ć© muito pequenininho, o fio, ele tende a pesar e o pĆ© da crianƧa fica caĆdo. EntĆ£o, o pezinho fica em posição erguida, que a gente chama. E aĆ, como o bebĆŖ, a gente precisa se preocupar, principalmente o bebĆŖ prematuro, com o posicionamento adequado mesmo nos primeiros dias de vida. EntĆ£o, o posicionamento do sensor tambĆ©m Ć© muito importante. Se for uma monitorização contĆnua. NĆ£o tem problema, qualquer posicionamento estĆ” ok. A sequĆŖncia cardĆaca, que Ć© outro parĆ¢metro que a gente vai precisar avaliar. Essa foto, o bebĆŖ estĆ” com monitorização cardĆaca mesmo, com os sensores, com o cabo de ECG. Nesse caso, a gente só monitora o bebĆŖ que estĆ” em estado grave. NĆ£o sim, na maternidade, nĆ£o tem necessidade de monitorizar com os eletrodos. Por que a gente monitora com os eletrodos? Porque, como eu jĆ” falei, quando eu nĆ£o tenho um bebĆŖ que jĆ” estĆ” em uma situação muito legal, estĆ” em um estado crĆtico, a qualquer momento, ele pode apresentar uma perfusĆ£o lentificada, ou ele jĆ” tem uma perfusĆ£o lentificada. Dependendo do diagnóstico, ele tem uma perfusĆ£o lentificada. Ćs vezes, ele estĆ” com droga do motivo para bater o coração no estresse cardĆaco adequado, mas o sensor do pulso ósseo sempre nĆ£o vai conseguir fazer uma leitura. Ćs vezes, o bebĆŖ faz uma queda de saturação bruta e o sensor demora para fazer a leitura. Por quĆŖ? Diminuiu a perfusĆ£o da periferia, diminuiu a leitura, a luz do sensor nĆ£o consegue aplicar e ele nĆ£o faz a leitura. EntĆ£o, nesse tempo que ele demora para fazer a leitura, a gente pode estar tendo uma braga cardĆaca que poderia ter iniciado as manobras e a gente nĆ£o comeƧou. EntĆ£o, por isso que a gente deixa o bebĆŖ grĆ”vido com a sujeição cardiógica. Na docina, na hospitalizada, normalmente, para ser bebĆŖ sustĆ”vel, se o parĆ¢metro de normalidade a gente tem que ficar sempre atento, porque se eu identifico que o bebĆŖ estĆ” numa frequĆŖncia cardĆaca maior do que o parĆ¢metro de normalidade, eu jĆ” tento me preocupar. O que dĆ” para acontecer? Ćs vezes, uma temperatura elevada leva a uma frequĆŖncia cardĆaca elevada e leva a uma frequĆŖncia respiratória aumentada. EntĆ£o, por que o bebĆŖ estĆ” quente? Pode ter incubador? Eu posso diminuir a minha incubadora para poder diminuir a temperatura do bebĆŖ e estabilizar essa frequĆŖncia cardĆaca ou uma frequĆŖncia respiratória que Ć© uma coisa leva a outra. E aĆ, como que eu posso diminuir a temperatura da incubadora? Eu vou diminuindo. Eu diminuo uns 5 graus, mais ou menos, atĆ© normalizar. A gente pode diminuir, tĆ”? Porque ela chega no... A temperatura do interior da incubadora precisa estar dentro do parĆ¢metro que vocĆŖ estĆ” diminuindo. EntĆ£o, se ela cai mais ou menos do que a temperatura interna, ela vai precisar alarmar para vocĆŖ ajustar. EntĆ£o, a gente diminui atĆ© o alarme e espera 15 minutos. Se nĆ£o diminuiu, a temperatura nĆ£o abaixou, eu posso desligar a incubadora, abrir as cortinolas e esperar a temperatura baixar. Por que abrir as cortinolas? Porque quando eu desligo a incubadora, eu desligo o motor. EntĆ£o, circulação de ar acontece no motor. Se eu desligo a incubadora e deixo a cortinola fechada, Ć© como se eu estivesse segurando o bebĆŖ dentro de uma caixa fechada. NĆ£o vai ter circulação de ar ali para ele, tĆ”? EntĆ£o, isso Ć© muito importante lembrar. E aĆ, quando baixar essa temperatura, eu volto a limpar a incubadora de normal e aposto que o bebĆŖ vai finalizar dentro da normalidade, tĆ”? Mas mesmo com todas essas condutas, eu nĆ£o tiver melhora da sequĆŖncia, nĆ£o tiver melhora da respiração, nĆ£o precisa comunicar o mĆ©dico, nĆ©, pra poder avaliar o que que tĆ” acontecendo. A frequĆŖncia respiratória, como eu jĆ” falei, precisa avaliar todo o contexto. Por que o bebĆŖ tĆ” cansado? Ćs vezes ele tĆ” mal posicionado, Ć s vezes o pescocinho tĆ” muito esquentido, o prematuro faz muito afineia ou a frequĆŖncia aumenta, ele nĆ£o tĆ” conseguindo respirar. Se o pescocinho estiver agressivo ou estiver interestendido, se ele estiver incomodado com o posicionamento que ele tĆ” naquele momento, ele vai apresentar uma frequĆŖncia respiratória aumentada, tĆ”? EntĆ£o, isso Ć© muito importante a gente avaliar no momento que o mĆ©dico vai finalizar. Esse Ć© um exemplo de batimento de asa nasal. Ć um bebĆŖ que tĆ” agitado, porĆ©m ele tava muito acordado, ele tava sem sedação. Ć só um exemplo, tĆ”, a gente nĆ£o encontrava bebĆŖs dessa forma, mas ele tava agitado e, consequentemente, ele comeƧou a ter esforƧo respiratório profundamente, aĆ ele comeƧou a ter sedado de novo, tĆ”? Mas o que eu falo, nĆ©, o que eu faƧo nos treinamentos? O bebĆŖ que apresenta batimento de asa nasal Ć© quando ele jĆ” tĆ” no limite do esforƧo respiratório. Por quĆŖ? Primeiro, ele vai comeƧar a apresentar esforƧo respiratório, se for por alguma patologia, nĆ©, se ele tiver um vaso, uma patologia que tĆ” levando o esforƧo. EntĆ£o, ele vai primeiro apresentar uma frequĆŖncia respiratória aumentada, depois ele vai comeƧar a ter um vasoflagelatóide, entĆ£o ele vai comeƧar a ter retração intercostal, retração de energia pragmĆ”tica, depois que ele vai apresentar batimento de asa nasal. Esse Ć© um exemplo de esforƧo respiratório, esforƧo respiratório. Ćs vezes a gente vĆŖ atĆ© quadros muito piores, nĆ©, do que esse ainda. E a retração intercostal. Mas o bebĆŖ, ele tĆ” tĆ£o cansado que ele tĆ” usando um escoator respiratório pra poder conseguir manter a vibração. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
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