
Uma exortação baseada em Salmo 73.
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The speaker begins by addressing God and asking for His guidance and mercy. They then introduce the topic of a man named Asaph who went through difficult situations. Asaph was a temple worker and had a close relationship with God, but he felt envious and frustrated when he saw the prosperity of the wicked. The speaker explains that Asaph's envy was fueled by his perception that the wicked didn't face the same difficulties as the righteous. They mention that this comparison led Asaph to question if it was worth serving God and if it was fair that the wicked prospered while the righteous suffered. The speaker also mentions two other examples from the Bible, Job and Jeremiah, who faced similar crises of faith. Ultimately, God answered Job and showed him His wisdom, and Jeremiah expressed his frustration but ultimately trusted in God's judgments. Pai Santo, diante da Tua presença estamos, Pai, para falar mais uma vez da Tua Palavra. Seja o Senhor, Pai, a instruir-me a omar-lhe. Seja o Senhor, Pai Santo, Deus me dĂȘ misericĂłrdia. Que o Teu EspĂrito Santo, Pai, toma conta, Pai, da Palavra que vai ser ministrada a Ti. Senhor Jesus Cristo, nos pedimos que o Senhor nos abençoe e todos aqueles que recebem a Tua Palavra que possam virar alguma ilusĂŁo. Obrigada, Jesus, por mais uma Palavra. Obrigada por nos cuidar e nos livrar do mal. Obrigado, Senhor, por proteger as nossas famĂlias e nĂłs durante o dia. Graças te damos e pedimos misericĂłrdia para os nossos pecados. Em nome de Jesus, assim eu oro. AmĂ©m. AmĂ©m. EntĂŁo, eu tenho um assunto para te apertilhar. Ă um assunto bem profundo. Fala de um homem que passou por umas situaçÔes e foi uma situação muito complicada. Acredito que sĂŁo uns 73, um reflexo da vida de qualquer ser humano. Eu poderei ler alguns versĂculos apenas, sĂł para nos introduzir no que realmente precisamos partilhar. E os irmĂŁos poderĂŁo perceber o que realmente queremos partilhar. O Salmo que eu vou ler Ă© o Salmo 73. Vou ler o versĂculo 3, 17 tambĂ©m. O 3 diz assim. Pois eu invejava os arrogantes ao ver a prosperidade de vĂnculos, atĂ© que entrei no SantuĂĄrio de Deus e atinei com o fim deles. Depois de entrar no SantuĂĄrio de Deus, Asaf compreende uma coisa. Mas a questĂŁo preocupante dele no inĂcio era a prosperidade de vĂnculos. E o Salmo 73 fala exatamente desse homem chamado Asaf, que na Ă©poca era o homem que trabalhava dentro do templo, tinha responsabilidades espirituais dentro do templo. Era um homem que tinha um ofĂcio sagrado dentro do ministĂ©rio com Deus. Era um homem que servia ao templo. Era um homem que estava encarregado aos serviços de adoração espiritual do templo. Era um homem que tinha um relacionamento com Deus e uma intimidade com Deus. Era um homem que estava a andar com Deus. Era um homem que durante a sua trajetĂłria viu vĂĄrias manifestaçÔes de Deus. Era um homem que tinha experiĂȘncia na caminhada com Deus. PorĂ©m, a BĂblia aborda sobre este homem, diante de algumas circunstĂąncias bem complicadas, o Asaf Ă© um reflexo da realidade de qualquer ser humano. E Asaf, em Salmos 23, ele expressa um profundo, mas Ă© um profundo sentimento de inveja e frustração em relação Ă prosperidade dos Ăndios. O versĂculo 3, que nĂłs lemos de Salmos 23, mostra isso. Mostra a frustração, a inveja de Asaf em relação Ă prosperidade dos Ăndios. Ele começa o Salmo dele reconhecendo que Deus Ă© bom. Ele começa o Salmos reconhecendo que Deus Ă© bom para os Ăndios, ou para os puros de coração. Desculpa. Repito. Asaf começa o Salmos reconhecendo que Deus Ă© bom para os puros de coração. Mas depois, ele confessa que quase se desviou da caminhada com Deus. Ao observar a aparente prosperidade e o sucesso dos Ăndios, ele confessa que quase se desviou da sua caminhada com Deus. Por observar a prosperidade dos Ăndios. Para Asaf, os Ăndios parecem viver sem dificuldades, ostentando saĂșde, riquezas, enquanto ele, que era justo, servia a Deus, estava no serviço do templo. Apesar de tudo isso, apesar de toda a fidelidade dele com Deus, Asaf estava enfrentando desafios e sentimentos de frustração. Essa inveja de Asaf Ă© alimentada pela percepção de que os Ăndios nĂŁo enfrentam as mesmas dificuldades e provação dos justos, que os justos necessitavam. A inveja dele Ă© alimentada e Ă© motivada por essa percepção. Ele observa, olha pelos Ăndios, vĂȘ o mundo como eles vivem, como eles sĂŁo ricos, como ostentam saĂșde, como ostentam e esbanjam tudo que tĂȘm, tudo que possuĂram, tudo que adquiriram em termos de riquezas, a vaidade, tudo aquilo. Ele observava e fazia uma comparação com ele. E essa percepção que ele teve sobre a prosperidade dos Ăndios, fez com que ele achasse que os Ăndios nĂŁo enfrentam as mesmas dificuldades e provaçÔes que os justos enfrentam. Ele descreve os Ăndios como vivendo uma vida de conforto, uma vida de sem preocupação. E Asaf, observando tudo isso, manifesta o seu desconforto. Isso tudo aumentou o desconforto de Asaf. E ele se pergunta se vale a pena manter a pureza e a retidĂŁo, dado que ele se sente injustiçado e punido. Ele pergunta se vale a pena servir a Deus, se vale a pena se manter justo, se vale a pena se manter puro, se vale a pena se guardar na santidade, se vale a pena continuar a seguir o caminho justo, se tudo isso nĂŁo reflete-se na realidade de vida que cada um de nĂłs possui, comparado com os Ăndios. E nota que tudo isso que ele vai tendo como conclusĂ”es, sĂŁo frutos de comparação. Ele olha para si e olha para os Ăndios. Observa a riqueza dos Ăndios e observa pela sua pobreza, pela sua dificuldade, pela sua falta. Ele tudo isso vai observado e vai chegando a conclusĂ”es. Ele vai se perguntar se vale mesmo a pena servir a Deus, se vale mesmo a pena andar no caminho da justiça, se vale mesmo a pena se entregar a Deus diante dessas realidades que estamos a enfrentar, frustração. Observar que aqueles que nem Deus servem, nem buscam a vontade do Senhor, vivem como se nĂŁo tivessem nenhuma preocupação, vivem como se nĂŁo enfrentassem as mesmas dificuldades que nĂłs, vivem ricos, vivem andando no caminho diferente da vontade de Deus, mas a vida deles prospera, a vida deles alcança nĂveis de alegria que um Ăndio poderia esbanjar e um justo faça dificuldades. E Ă© exatamente isso que se calhar cada um de nĂłs que jĂĄ viveu em alguma altura de sua vida, o Ăndio Ă© tĂŁo rico, mas o justo passa necessidades, o Ăndio Ă© tĂŁo prĂłspero e o justo passa necessidades. Essa comparação que ele andou a fazer, essa forma de observar as riquezas e prosperidades dos Ăndios, o mundo Ă nossa volta, tudo aquilo que bate aos olhos e alegra os olhos, tudo aquilo que estimula o nosso desejo pelas coisas da terra, faz-nos colocar o nosso relacionamento com Deus numa balança. Vale a pena mesmo servir a Deus? Vale a pena mesmo andar com Deus? Se em comparação a tudo isso, aqueles que nem Deus conhecem, vivem sem preocupaçÔes, vivem sem dificuldades. Tudo isso passeou sobre a cabeça de Azaf. Tudo isso mexeu com a cabeça de Azaf ao ponto de essa observação que ele foi fazendo, essa comparação que ele foi fazendo levou a desenvolver em população atitudes que Deus abomina, atitudes como inveja. A inveja dele Ă© alimentada pela percepção que ele ganha em observar a prosperidade dos Ăndios. Começou a manifestar inveja, começou a manifestar frustração, começou a manifestar atitude de soberba. Tudo isso, tudo isso que eu acabei de citar quase o desviou da presença de Deus. Essa pauta de esperar no Senhor quase desviou Azaf da presença de Deus. Posso juntar a esse caso de Azaf trĂȘs exemplos de homens que a BĂblia cita, que viveram uma realidade bem semelhante ao de Azaf. TrĂȘs, pelo menos. Que viveram essas crises, que enfrentaram essas crises de fĂ©, que enfrentaram essas crises de espiritualidade, que a fĂ© deles baixou a um nĂvel que quase se desviaram, quase se desviaram da presença de Deus. Semelhantemente a Azaf poderia citar trĂȘs exemplos de homens que enfrentaram as mesmas crises, lutando com a perplexidade sobre a prosperidade dos Ăndios e a aparente injustiça que eles olhavam para si e achavam que estavam a ser injustiçados. Eles achavam que Deus era bom para os Ăndios, que Deus estava a ser muito bom demais para os Ăndios, enquanto o justo padece, passa necessidades, enquanto o justo Ă© injustiçado. Em primeiro lugar citaria JĂł. JĂł Ă© um exemplo clĂĄssico de alguĂ©m que enfrentou uma grande crise de fĂ©. JĂł, ele era um homem justo e temente a Deus, mas sofreu intensamente com a perda de sua famĂlia, riquezas e saĂșde. A questĂŁo de por que os Ăndios prosperam enquanto ele, um homem justo, sofre em seu sofrimento, passa o pleonasmo. JĂł tambĂ©m como Azaf questionou a justiça de Deus, questionou por que Deus parece estar tĂŁo indiferente a essa situação. Por que os Ăndios prosperam e vivem desse jeito enquanto o justo passa necessidades, enquanto o justo padece e sofre. Por que Deus parece estar tĂŁo indiferente a essa situação. JĂł fez um montĂŁo de perguntas desse gĂȘnero, JĂł fez muitas perguntas, JĂł fez tantas perguntas. Lamentou e expressou sua confusĂŁo, a sua frustração, manifestou a sua crise, envolveu questionar por que ele, sendo justo, estava sofrendo tanto enquanto os Ăndios muitas vezes estavam a prosperar. JĂł no capĂtulo 21, no versĂculo 7 atĂ© 9 diz, por que os Ăndios continuam vivos, envelhecem e ainda se tornam mais poderosos. Seus filhos prosperam Ă vista deles, seus descendentes estĂŁo diante de seus olhos, suas casas estĂŁo seguras e sem medo e a vara de Deus nĂŁo estĂĄ sobre eles. Essa Ă© JĂł a fazer essas perguntas, JĂł luta com a ideia de que os Ăndios parecem escapar do julgamento de Deus. JĂł luta com a ideia de que os Ăndios parecem escapar, e eu estou a dizer, parecem escapar do julgamento de Deus. E se eu olhar pelas palavras de JĂł no capĂtulo 21, versĂculo 7, ele vai dizer assim, por que os Ăndios continuam vivos? E JĂł a fazer essas perguntas, envelhecem e ainda se tornam mais poderosos, seus filhos prosperam Ă vista deles, seus descendentes estĂŁo diante de seus olhos, suas casas estĂŁo seguras e sem medo e a vara de Deus, o julgamento de Deus, o juĂzo de Deus nĂŁo estĂĄ sobre eles. E JĂł luta com essa ideia, de que Deus estava a ser muito indiferente em julgar os Ăndios, enquanto que o sofrimento dos justos era tĂŁo claro e tĂŁo iminente. Mas no final, Deus responde o JĂł e o fez ver que hĂĄ sabedoria e os propĂłsitos divinos, alĂ©m da confiança humana, de que Deus iria agir no momento certo. O outro homem, semelhante a JĂł e semelhante a Asaf, que enfrentaram crises existenciais, crises de fĂ©, crises de confiança, Ă© o Jeremias tambĂ©m. Jeremias Ă© um profeta e o profeta Jeremias tambĂ©m teve uma crise semelhante a o de Asaf, questionando a prosperidade dos Ăndios e o sofrimento dos justos. Ele, Jeremias, expressa isso no capĂtulo 12 do livro de Jeremias, no versĂculo 1 e 2, onde vai dizer assim, Justo Ă©s, Senhor, quando entro contigo em litĂgio. Contudo, falarei contigo dos teus juĂzos. Sente as palavras de Jeremias, sente o nĂvel de frustração dele. Ele vai dizer que vai entrar em um confronto, em um debate com Deus, para questionar a justiça de Deus. O sofrimento do justo Ă© tĂŁo intensa que muitos estĂŁo quase a se desviar, estĂŁo perto de abandonar o caminho da fĂ©, estĂŁo quase a se entregar aos deleites das coisas desta terra, pelas riquezas. E Jeremias, para dizer justo Ă©s, ele reconhece que Deus Ă© justo. Ele reconhece que Deus Ă© justo. Quando ele diz que eu entro em litĂgio contigo, estĂĄ a dizer, eu entrei em um confronto de debate com o Senhor e eu reconheço que Ă© justo. Mas contudo, contudo, contudo, falarei contigo dos teus juĂzos. Porque prosperam o caminho dos Ăndios e vivem em paz todos que procedem perfidamente. Plantaste-os e eles criaram raĂzes, crescem, dĂŁo fruto, chegado estas a boca deles, mas longe do coração. Repito, perdĂŁo. Ele diz assim, plantaste-os e eles criaram raĂzes, crescem, dĂŁo fruto, chegado estas a boca deles, mas longe do coração. Jeremias luta com a injustiça que vĂȘ ao seu redor, mas Deus tambĂ©m lhe responde. Deus responde Jeremias, reafirmando que haverĂĄ um tempo de julgamento e que os planos divinos sĂŁo maiores que as percepçÔes imediatas causadas e motivadas pela frustração da comparação. Um outro homem semelhante a Jeremias, a JĂŽ e a Asaf que tambĂ©m enfrentou crises existenciais, crises de confiança, crises de fĂ©, tal Elias. Elias, apĂłs o triunfo contra os profetas de Baal, Elias entra em uma profunda crise ao perceber que, mesmo com o seu esforço, a idolatria e a corrupção ainda prevalecem ou prevaleceram em Israel. Ele sente-se derrotado e sozinho, acreditando que a justiça de Deus nĂŁo estĂĄ prevalecendo. Imagina um homem como Elias, que venceu os profetas de Baal, que triunfou contra toda essa idolatria. A razĂŁo de ele ter feito esse desafio com os profetas de Baal era para vencer a idolatria, era para vencer a corrupção, o pecado na Ă©poca. Mas ele depois de tudo aquilo observou e notou que a corrupção, a idolatria ainda prevaleciam em Israel. E ele sente-se derrotado e sozinho, acreditando que a justiça de Deus nĂŁo se estava a fazer sentir contra os Ăndios. Isso podemos ver em Primeiras Reis capĂtulo 19, versĂculo 10, quando Elias diz e ele diz Tenho sido muito zenoso pelo Senhor, Deus dos exĂ©rcitos. VĂȘ como Ă© que esses homens todos alinham em suas palavras. Jeremias vai dizer, eu sou justo diante de ti, Ăł Deus. JĂł pede o testemunho de ser um homem justo e zenoso. Agora Elias tambĂ©m estĂĄ a dizer em Primeiras Reis capĂtulo 19, versĂculo 10 Tenho sido muito zenoso pelo Senhor, Deus dos exĂ©rcitos. Porque os filhos de Israel, porque os filhos de Israel deixaram a tua aliança, derrubaram os seus altares e mataram os teus profetas Ă espada. E eu fiquei sĂł e procuram tirar minha vida. Elias se sente abandonado e questiona o propĂłsito de sua missĂŁo. Elias se sente muito abandonado e sozinho. Os filhos de Israel mataram os outros profetas, perseguiram outros profetas. A violĂȘncia, a injustiça, o pecado, a idolatria ainda prevaleceu. Mesmo quando o Elias desafiou os profetas de Baal para extinguir toda essa realidade espiritual que pairava na Ă©poca. A missĂŁo de Elias, por causa de seu sofrimento, dor, crise que ele enfrentou, a crise espiritual que ele enfrentou, levou-o a questionar a sua missĂŁo. Mas Deus, mas Deus, respondeu a Elias, mas Deus o consola e mostra que ele nĂŁo estĂĄ sozinho. Deus revelou para ele que ainda hĂĄ um remanescente fiel em Israel. HĂĄ um grupo que nĂŁo se dobrou Ă Baal. HĂĄ um grupo que nĂŁo se dobrou Ă idolatria. HĂĄ um grupo que nĂŁo se dobrou Ă injustiça. HĂĄ um grupo que nĂŁo se dobrou ao pecado. HĂĄ um grupo que nĂŁo se dobrou Ă violĂȘncia. HĂĄ um grupo que permaneceu fiel aos feios do Senhor. Mas por causa da crise de fĂ© e de confiança que esses homens enfrentaram, quase se desviaram dos caminhos do Senhor. A BĂblia fala sobre a prosperidade dos Ăndios e o fim deles de vĂĄrias maneiras. A BĂblia fala dessas prosperidades dos Ăndios, mas tambĂ©m a BĂblia fala sobre o fim dessas vĂĄrias prosperidades. Destacando a aparente prosperidade dos injustos e o destino final que lhes aguarda. Salmos 73, versĂculo 3, o versĂculo 17. A santa expressa sua frustração com a prosperidade dos Ăndios, mas tambĂ©m ele teve uma nova perspectiva. Quando ele buscou a Deus, quando ele buscou a presença de Deus, quando ele entrou no santuĂĄrio de Deus, ele compreendeu. Ele compreendeu. O seguinte, depois dele entrar no santuĂĄrio de Deus, Azazel compreende que a prosperidade dos Ăndios Ă© efĂȘmera e o destino deles Ă© de ruĂna. ProvĂ©rbios capĂtulo 24, versĂculo 19 atĂ© 20 diz o seguinte. NĂŁo te livres por causa dos maus, nem tenhas inveja de Ăndios, pois a mĂĄ sorte nĂŁo trarĂĄ futuro aos Ăndios. A lĂąmpada dos Ăndios se apagarĂĄ. EntĂŁo, nĂŁo tem-se por que ter inveja da prosperidade dos Ăndios, porque o fim dessas riquezas Ă© ruĂna. E a lĂąmpada dos Ăndios vai se apagar. E vai se apagar. Salmos 37, versĂculo 1 atĂ© 2. Esse salmo diz o seguinte. NĂŁo te livres por causa dos malignos, nem tenhas inveja dos que praticam a iniquidade, pois em breve serĂŁo cortados como a erva e murcharĂŁo como a verdura. Estes salmos que eu acabei de ler, ensina que a prosperidade dos Ăndios Ă© temporĂĄria. E que eles enfrentarĂŁo um destino de destruição. Em Mateus capĂtulo 7, versĂculo 13 atĂ© 14, Jesus fala sobre os caminhos que levam a vida e dos caminhos que levam a destruição. Jesus indica que o caminho largo da iniquidade leva Ă destruição. Essa vaidade dos Ăndios, essa forma de viver, de soberba, tem um fim. E o fim dela Ă© destruição. Em Mateus 7, diz o seguinte. Entrai pela porta estreita, porque a porta larga Ă© a porta, e espaçoso o caminho que conduz Ă perdição. E muitos sĂŁo os que entram por lĂĄ, porque estreita Ă© a porta e apertada o caminho que conduz Ă vida. E poucos hĂĄ quem a encontram. Este principalmente de Jesus destaca que o caminho da iniquidade, apesar de parecer atraente e fĂĄcil, leva Ă destruição. Enquanto o caminho da vida, da retidĂŁo, Ă© mais difĂcil, mais conduz Ă vida. Tudo aquilo que parece fĂĄcil, que parece uma armadilha para a destruição, mas os caminhos do Senhor sĂŁo justos e puros, leva Ă vida. Esses textos que eu acabei de ler nos ajudam a entender que embora os Ăndios possam experimentar prosperidade e sucesso temporĂĄrio, o fim deles Ă© a destruição. Enquanto os justos, apesar das dificuldades, tĂȘm uma esperança segura em Deus. O dilema da prosperidade dos Ăndios e o sofrimento dos justos estĂĄ profundamente relacionado com a mensagem e a obra de Jesus Cristo, que oferece uma nova perspectiva e solução para essas questĂ”es todas que acabei aqui de citar. Jesus Cristo revela que o sofrimento dos justos e a prosperidade dos Ăndios sĂŁo parte de um plano. Ou seja, a vitĂłria dos justos Ă© o grande processo e vontade de Deus. Ele ensina que o reino de Deus Ă© o reino de justiça, que muitas vezes nĂŁo se manifesta plenamente neste mundo. Em Mateus 5.45 Jesus diz, Para que sejais filhos do vosso Pai que estĂĄ nos cĂ©us, porque ele faz nascer o seu sol sobre os maus e os bons, e faz chover sobre os justos e os injustos. Esse texto aqui indica que a justiça de Deus pode nĂŁo ser evidente no presente, mas que hĂĄ uma ordem divina alĂ©m da nossa convivĂȘncia imediata. O sofrimento de Jesus na cruz, apesar de ser um exemplo extremo de injustiça, Ă© central para a redenção de seres humanos. Aquele que Ă© justo foi injustiçado. Em IsaĂas 53.5, que Ă© visto como uma profecia sobre o Messias, Ă© dito, Foi desprezado e rejeitado pelos homens, homem de dores, experimentado no sofrimento, e como um de quem os homens esconderam o rosto, foi desprezado e nĂŁo fizemos dele caso algum. Jesus experimentou sofrimento injustamente, mas seu sofrimento trouxe redenção e esperança para a humanidade. Isso revela que atravĂ©s do sofrimento Deus pĂŽde realizar um propĂłsito de redenção que vai alĂ©m da nossa convivĂȘncia. Como promessa de justiça futura, Jesus prometeu que no final dos tempos haverĂĄ uma justiça completa e final. Em Mateus 25, no 31 atĂ© 34, Jesus fala sobre o juĂzo final, onde ele separa os justos dos Ămpios e recompensarĂĄ cada um de acordo com as suas obras. Jesus promete que os justos serĂŁo recompensados e os Ămpios receberĂŁo o justo castigo. Isso devia nos dar esperança. Temos promessa de vida eterna e recompensa espiritual em Jesus. Portanto, a resposta de Jesus ao dilema da prosperidade dos Ămpios e do sofrimento dos justos Ă© oferecer uma visĂŁo mais ampla da justiça de vida, revelando que o sofrimento pode ter um propĂłsito redentor e que a verdadeira justiça e a prosperidade estĂŁo na eternidade com Deus. AmĂ©m, irmĂŁos? EntĂŁo, descansamos o nosso coração no Senhor, descansamos as nossas vontades, ansiedades, as nossas lutas pela sobrevivĂȘncia nesta terra de dor, onde a injustiça domina e as leis que governam esta terra, este mundo, este sistema que estamos envolvidos sĂŁo leis que nĂŁo vĂȘm do reino de Deus. Mas quando o reino de Deus se instalar definitivamente, o justo se alegrarĂĄ para sempre e o injusto Ămpio terĂĄ o seu fim. EntĂŁo, poderia haver mais exemplos de homens que enfrentaram crises da baixa da sua fĂ©, homens como Abacuc, que tambĂ©m enfrentou uma crise, uma angĂșstia com a injustiça e o sofrimento em JudĂĄ, questionando porque Deus parecia tĂŁo indiferente ao pecado e Ă corrupção. Por que Deus estava tĂŁo indiferente? Abacuc tambĂ©m foi um desses homens que enfrentou essa crise de fĂ©. E foi uma resumida das respostas de cada um desses homens. O JoĂŁo, que a princĂpio estava a questionar a justiça de Deus para aceitar e confiar na sabedoria divina, ou seja, aquele homem que estava sĂł a questionar a justiça de Deus, que passava o tempo todo a questionar a justiça de Deus, ele para e no final de tudo ele diz, Eu sei que o meu Redentor vive e em breve se levantarĂĄ. Poderia falar de muita coisa mais, poderia falar sobre a relação que existe entre o Reino de Deus e toda essa realidade, poderia falar da relevĂąncia espiritual, poderia falar de muitas outras coisas, mas por hoje vou terminar aqui. O que vocĂȘ vai fazer amanhĂŁ, irmĂŁo Marlos? No sĂĄbado? Como? Ou dar continuidade no sĂĄbado? Claro, D. Filho, gosto de ver a intimidade, tudo bem, mas Ă© para dizer com toda profundidade do meu coração e pelo que essas palavras ensinaram a mim, fixemos os nossos olhos a Cristo. Cristo Ă© a nossa prosperidade, em Cristo nĂłs podemos toda a alegria que o Reino de Deus nos traz, em Cristo nĂłs temos a esperança da vida, em Cristo nĂłs temos o caminho de paz. Essas coisas sĂŁo as verdadeiras riquezas, o sentido de riqueza estĂĄ deturpado, porque a sociedade que nĂłs criamos centralizou as riquezas sobre o sistema de consumo, onde vocĂȘ precisa ter muito para ser contemplado como uma pessoa feliz, aquele que tudo tem, aquele que tudo pode, aquele que muito possui, mas na visĂŁo de Deus, o homem prĂłspero Ă© aquele que alcançou a vida e vida em abundĂąncia, como o JoĂŁo diz, aquele que tem a vida, ele tem a vida, e quem nĂŁo tem o fim, nĂŁo tem a vida, entĂŁo de que te adianta perder a tua alma, ganhando o mundo, as riquezas do mundo, se dobrando ao Deus deste sĂ©culo? De que te adianta perder a tua alma, por todas as riquezas desta existĂȘncia, Cristo Ă© a razĂŁo da nossa existĂȘncia, Cristo Ă© a fonte de toda a nossa prosperidade. Olhamos para Cristo, vamos para a necessidade, vamos, vamos tambĂ©m encontrar forma de sobrevivĂȘncia, vamos, vamos trabalhar para sobreviver, vamos, mas devemos focar o nosso olhar em Cristo, porque onde estĂĄ o nosso coração, ali estĂĄ o nosso tesouro, e o nosso tesouro Ă© ganharmos a Cristo, Ă© sermos formados de Cristo, Ă© alcançarmos a estatura de Cristo, porque esta Ă© a vontade de Deus, a vontade de Deus Ă© que nĂłs criamos daquele que ele enviou, porque a vida eterna estĂĄ nele, e essa Ă© a verdadeira prosperidade, essa Ă© a verdadeira riqueza, ter a vida em Cristo, ter a paz em Cristo, ter a alegria em Cristo, estar seguro em Cristo. Deus sabe que somos irmĂŁos, e com toda a profundidade do meu coração dizer assim, nĂŁo se desvie, nem esteja quase a se desviar, por causa de comparares a prosperidade dos Ăndios com as tuas faltas e sofrimento, confia no Senhor que cuida de nĂłs, amĂ©m. Legendas pela comunidade Amara.org
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