
Listen to eps do transito by AnguCast angucast MP3 song. eps do transito song from AnguCast angucast is available on Audio.com. The duration of song is 22:31. This high-quality MP3 track has 391.763 kbps bitrate and was uploaded on 27 May 2024. Stream and download eps do transito by AnguCast angucast for free on Audio.com â your ultimate destination for MP3 music.










Creator Music & SFX Bundle
Making videos, streaming, podcasting, or building the next viral clip?
The Content Creator Music & SFX Bundle delivers 70 packs of hard-hitting tracks and sound effects to give your projects the fresh, pro edge they deserve.










Comment
Loading comments...
Salve, salve, cambada. Mais um episĂłdio aqui no podcast. Onde com o nosso convidado David Rodrigues e a nossa amiguinha Roberts Gessier. Onde ele fala sobre a importĂąncia, sobre o mĂȘs de maio, que Ă© a questĂŁo do maio amarelo. Onde traz um mĂȘs da conscientização ao trĂąnsito, sobre relacionar a questĂŁo de acidentes que acontecem no paĂs. A questĂŁo de trazer, a questĂŁo de mostrar realmente a importĂąncia do motorista. Das importĂąncias que deve se ter em prestar atenção no seu dia a dia. Exatamente, como o David jĂĄ falou, o maio amarelo serve como uma conscientização para essa questĂŁo de acidentes de trĂąnsito. De realmente evitar esses acidentes. Pra quem nĂŁo sabe, no Brasil, em 2021, foi feito um levantamento e foram descobertos que foram registrados 33.813 motos por trĂąnsito. Motos de trĂąnsito, carros, acidentes, motos, ciclistas. O que acontece muito Ă© ciclista, nĂ©? Sim, sim. Foi um grande aumento na gestĂŁo de ciclistas, atĂ© porque o Brasil, nos Ășltimos 10 anos, aumentou em mais de 3 milhĂ”es de novos motociclistas. EntĂŁo, com isso, o Ăndice foi lĂĄ pra cima. Realmente Ă© algo que espanta muito pra quem nĂŁo sabe, pra quem nĂŁo tem noção do quanto tempo de pessoas que sofrem com esses acidentes. Nosso amigo David Ă© o Atenas, nĂ©? Policial Vestado e Alagoa. Ah, Policial Vestado e Alagoa, hoje. Eu queria que vocĂȘ falasse da sua experiĂȘncia. Quantos anos de profissĂŁo? 3 anos como policial. 12 anos como guarda municipal. Ah, eu queria que vocĂȘ falasse um pouco da sua experiĂȘncia, como Ă© que foi. Porque vocĂȘ tĂĄ lendo do dia-a-dia, nĂ©? VocĂȘ sabe como Ă© que acontece essas coisas, nĂ©? Sim, sim. Como bem foi falado aĂ, desde os Ășltimos anos, o Ăndice de mortes decorrente de acidentes de trĂąnsito saltaram brutamente. NĂŁo sĂł as mortes. As mortes equivalem hoje a 30% dos sinistros. Mas a questĂŁo sĂŁo os sequelados. VocĂȘ chega hoje nos hospitais, nos procedimentos, vocĂȘ vai ver lĂĄ que 30%, 40% da pessoa que tĂĄ lĂĄ sĂŁo hospitados. E 80% Ă© acidente de moto. EntĂŁo, o Ăndice ele Ă© alarmante. EntĂŁo, por isso que surgiu o Bairro Amarelo, que surgiu em 2011, pela ONU, na Associação das NaçÔes Unidas. Em 2014, ela começou a ser implantada praticamente no Brasil. Ou seja, quase 3 anos de estudo pra ser implantada aqui açÔes que trazem segurança, tentam orientar cada cidadĂŁo na questĂŁo do trĂąnsito. O quĂŁo importante Ă© e quanto deixa sequela. Ă uma questĂŁo que eu tenho. Tipo, quando Ă© em Ă©poca de feriados, feriados extremamente longos, tipo uma semana, a questĂŁo de realmente o pessoal, nĂ©, saindo pra viajar, Ă© verdade, o pessoal bebe e sai atĂ©, pega o carro, a moto e sai por aĂ, nĂ©, no caso de voar, dĂĄ aquele golezinho sĂł pra ĂĄgua, nĂŁo vai mudar nada nĂŁo. Sim, sim. Essa Ă© uma questĂŁo que a gente aborda muito, como eu falei. SĂŁo 12 anos de guarda municipal, onde trabalhei no trĂąnsito tambĂ©m. Hoje faço parte da PolĂcia Militar de Alagoas, do BatalhĂŁo de TrĂąnsito, do PPTRA lĂĄ. Estou lĂĄ um ano, entĂŁo a gente vai fazer açÔes, biotonamente, com relação a abordagem de pessoas alcoolizadas. Como foi falado aĂ, quanto mais longo Ă© o perĂodo de descanso, de fĂ©rias, aĂ vou tomar aquele golezinho e vou abrir na esquina. Ă onde tudo pode acontecer. Sabemos que, quando a gente bebe, jĂĄ Ă© bebido alcoĂłlico, aĂ pega a direção ou moto, que moto, a proteção da moto, primeiramente, Deus e o peito. Sem proteção nenhuma, nĂ©. EntĂŁo, aquele golezinho, pra ir na esquina comprar o pĂŁo, pra ir ali em outro bar, tudo pode acontecer. EntĂŁo, Ă© um jardĂŁo que a gente usa lĂĄ, que o trĂąnsito, ele deixa marcas, deixa ferido, deixa sequestro. Entendeu? EntĂŁo, em algum momento, ah, mas eu nĂŁo dirijo. Mas eu tenho um parente que dirige, que sofreu um acidente, que poderĂĄ sofrer. E muitas vezes, aĂ tĂĄ ali, sem dirigir, conversando com os amigos, que vem alguĂ©m alcoolizado. E acaba trazendo uma tragĂ©dia enorme pras famĂlias. Tem a questĂŁo atĂ© mesmo de, nĂŁo Ă© motociclista, nĂ©. Eu vi umas notĂcias falando sobre reportagens. A questĂŁo do uso de implantar, foi uma questĂŁo de fones de ouvido no capacete. Isso que nĂŁo Ă© uma capacete de ataque repassado, mas ainda com fone. A pessoa ouvindo uma mĂșsica ali com capacete, no canto, Ă© um perigo total, nĂ©. Sim, sim, tudo pode tirar a sua atenção. EntĂŁo, pra quem nĂŁo sabe, quem dirige com fone de ouvido, seja ele motociclista, caminhoneiro, automĂłvel, ele pode ser autuado. Infração grave, por quĂȘ? Porque tudo isso se torna uma distração pro motorista. AĂ, num momento ali, alguĂ©m quer passar, aĂ vai buzinar, vocĂȘ nĂŁo vai escutar, por quĂȘ? TĂŽ com fone de ouvido. EntĂŁo, de antemĂŁo, quem dirige com fone de ouvido, quem trabalha com fone de ouvido, jĂĄ pode ser autuado pelo CCB, ColĂŽmbio de SaĂșde Brasileira. Eu queria saber sua opiniĂŁo em relação Ă s novas tecnologias que estĂŁo surgindo, porque a gente sabe que o mundo cada dia vai evoluindo, vai surgindo coisas novas. E um dos estĂșdios afetados pela tecnologia Ă© a questĂŁo de automĂłveis, nĂ©. Que hoje em dia existe atĂ© duas automĂĄticas. E tambĂ©m tem a questĂŁo da navegação, que jĂĄ mudou muito. Eu queria saber se vocĂȘ acha que isso ameniza mais os acidentes, ou ele acaba agravando mais a quantidade de acidentes que acontece no mundo? Sim, sim. A gente sabe aĂ que tem alguns dados, e alguns acidentes ocorreram com carros que tĂȘm autonomia prĂłpria. Mas, se for comparar os Ăndices, Ă© questĂŁo muito baixa. O Brasil tĂĄ apto pra isso hoje? NĂŁo. NĂłs nĂŁo temos tecnologia tĂŁo avançada pra que possamos ter esses carros aqui. JĂĄ aqui nos Estados Unidos, que Ă© pioneiro nisso, na questĂŁo dos carros, a tecnologia lĂĄ, a internet, ela pega em qualquer lugar. E aqui no Brasil nĂŁo faz. EntĂŁo jĂĄ imaginou, vocĂȘ pegar um percurso daqui pra Japaratinga, onde daqui pra SĂŁo JosĂ© tem pontos que nĂŁo pegam internet. Como Ă© que esse carro vai circular naquela via? NĂŁo sei. Temos estruturas viĂĄrias pra isso? TambĂ©m nĂŁo. Porque a gente sabe que nossos acostamentos Ă© cheio de mato, buraco. EntĂŁo o carro trabalha com sessores. E serĂĄ que aquele mato ali de lado, ele vai identificar como se fosse uma ameaça? Como se fosse outro carro? EntĂŁo, hoje, nĂłs nĂŁo temos condiçÔes, em maior parte do Brasil, pra atender essa questĂŁo desses tipos de veĂculos. Ă bom? Ă. Sabemos que dĂĄ certo em alguns lugares, e os acidentes sĂŁo pequenos. Ainda. Entendeu? Porque o maior causador de acidente no trĂąnsito brasileiro Ă© o excesso de velocidade e imprudĂȘncia. Ă igual eu ter aquele custo de, vai dar. Ah, vai dar pra eu ultrapassar o sinal tata amarelo, pois dĂĄ pra eu passar. EntĂŁo, esse tipo de coisa Ă© que acontece nos maiores acidentes dentro do Brasil. Que Ă© um dos piores trĂąnsitos do mundo. SĂł pede pra Ăndia, RĂșssia e China. EntĂŁo, Ă© o mesmo. Ă o mesmo como vocĂȘ citou, Ă© um edifĂcio muito grande. E, infelizmente, o Brasil, hoje em dia, Ă© incapaz de proporcionar uma tecnologia que venha suprir a necessidade de todo mundo hoje. Queria saber, como vocĂȘ Ă© um homem da lei, entendeu? Queria saber se, nĂŁo sei se pode falar, mas queria saber se existem algumas sugestĂ”es do Partido Governo que venha ser melhoria nessa questĂŁo do trĂąnsito. Que seja alguma lei que venha ser discutida pra que venha melhorar essa situação. AlĂ©m de, tipo, a gente, sei lĂĄ, querendo ou achando o ponto, o ponto na carteira. Um momento jĂĄ. Porque nĂŁo tem gente que vai, Ă s vezes nĂŁo tem nem carteira de motorista. Ăs vezes Ă© atĂ© jovem assim, jovem mesmo, menos de 18 anos, sai de moto. Principalmente interior, nĂ©. Interior a gente vĂȘ muito isso. E, assim, na cidade, embora a frente que tem a ser muito menos, mas ainda tem ali um, dois que passam despercebidos. A gente quer saber, nĂ©, se existe alguma polĂtica, algumas sugestĂ”es que jĂĄ venham sendo discutidas, como eu jĂĄ falei, nĂ©. Sim, sim. Tanto o Estado, como o municĂpio, como a parte federal, existem açÔes voltadas pra educação do trĂąnsito. Volto a dizer, sabemos que primeiro temos que educar, pra depois cobrar. Mas se vocĂȘ tirou sua habilitação, passou por todo o trĂąmite de estudo pra virar, foi lĂĄ, estudou o CTP, aĂ no primeiro momento que vocĂȘ pegou seu documento, vocĂȘ Ă© encontrado com uma desfibilitação, de sandĂĄlia, sem cinto, com o telefone na mĂŁo. Entendeu? EntĂŁo, primeiramente, educar. EntĂŁo, hoje nĂłs temos um projeto lĂĄ em Alagoas, no Batalha de TrĂąnsito, que Ă© o BebetrĂŁ Pela Vida, que jĂĄ se chamou BebetrĂŁ Nas Escolas, onde ele era direcionado pras escolas, como eu volto a dizer, a educar dentro das escolas, os prĂłximos condutores. AĂ hoje, Pela Vida, mudou esse nome, colocou esse novo nome por quĂȘ? Porque hoje nĂŁo pratica sĂł nas escolas, vamos pra empresas, igrejas, escolas, associaçÔes, precisando, o BebetrĂŁ hoje, em Alagoas, ele vai estar lĂĄ, palestrando, levando informaçÔes e atualizaçÔes sobre a sua exigĂȘncia. Mas eu volto a dizer, existem açÔes, que sĂŁo essas, elevadas pras escolas, instituiçÔes, e existem açÔes de rua, que Ă© onde ninguĂ©m gosta, nĂ©? TĂĄ ali a blitz, vou levar uma puta. Esse camarelinho ali, chega, vai, para, espera. E a gente, muitas vezes, poxa, Ă© ruim, mas Ă© ruim e Ă© bom. JĂĄ imaginou nessa blitz, alguĂ©m encontrar uma pessoa empregada, altamente empregada, o que Ă© que ele pode trazer de transtorno, pra minha vida e pra de vocĂȘs? EntĂŁo, assim, muitas vezes a gente nĂŁo gosta, mas Ă© necessĂĄrio. EntĂŁo, hoje, primeiro, a gente pensa o que? Ă do carro. Pra depois, fazer o ato. AĂ, Ă© como eu sempre digo lĂĄ, estamos na rua, pra trazer o bem da sociedade. Embora que, muitas vezes, ninguĂ©m goste do trĂąnsito, porque eles vĂŁo lĂĄ, vĂŁo ali perder minha habilitação, vĂŁo perder meu carro, vĂŁo gastar dinheiro. Mas, se eu ando corretamente, Ă© sĂł mais um. Entendeu? Eu, hoje, como policial, meu carro tĂĄ sĂł de dias. EntĂŁo, porque o meu pode dar e o do outro nĂŁo pode. A gente sabe da dificuldade de, Ă s vezes, pagar o IPVA, que Ă© carĂssimo no Brasil, mas, se a gente se organizar, vai pagar mais poucos. Hoje, o governo dĂĄ 12 meses pra vocĂȘ quitar o IPVA, o licenciamento. EntĂŁo, isso aĂ nĂŁo Ă© desculpa. Mas, quando a gente pega a maioria, nĂŁo Ă© nem deixando o documento. Sem sandĂĄlia, sem cinto e com telefone. NĂŁo, sĂŁo coisas bĂĄsicas que todo motorista deveria saber, nĂ©? Que Ă© incorreto, nĂ©? NĂŁo, Ă© todas as bases. EntĂŁo, assim, quando a gente pega um veĂculo, tĂĄ lĂĄ, documento e vĂrgula, e quando a gente olha, tĂĄ sem cinto ele, ou a pessoa que tĂĄ de lado, o filho, a questĂŁo de cadeirinha. EntĂŁo, nĂŁo Ă© sĂł a questĂŁo de, ah, o policial tĂĄ lĂĄ pra fazer o mal. NĂŁo, nĂŁo Ă© capĂtulo. O policial tĂĄ lĂĄ pra fazer o que a lei determina. O que o CĂłdigo de TrĂąnsito determina. EntĂŁo, se eu estudei pra tirar minha habilitação, eu tenho que saber o que Ă© certo e o que Ă© errado. Ah, manda viver, esquece. Esquece. Mas, todo dia. E volta de vez. Ă aquele esquecimento. Eita, esqueci de tirar a sandĂĄlia. De repente, a sandĂĄlia vai, o acelerador ali sai do pĂ©, engancha. E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ? E aĂ?
There are no comments yet.
Be the first! Share your thoughts.
