
Nothing to say, yet
Listen to MyRec_0917_1937 by Sara Francisca MP3 song. MyRec_0917_1937 song from Sara Francisca is available on Audio.com. The duration of song is 19:58. This high-quality MP3 track has 127.972 kbps bitrate and was uploaded on 18 Sep 2025. Stream and download MyRec_0917_1937 by Sara Francisca for free on Audio.com – your ultimate destination for MP3 music.










Creator Music & SFX Bundle
Making videos, streaming, podcasting, or building the next viral clip?
The Content Creator Music & SFX Bundle delivers 70 packs of hard-hitting tracks and sound effects to give your projects the fresh, pro edge they deserve.










Comment
Loading comments...
The speaker, a young entrepreneur, discusses his journey to success despite facing challenges and lack of resources. He emphasizes the importance of vision, courage, and competence in achieving goals. Through personal anecdotes, he shares how he overcame obstacles, pursued education in administration, and engaged in various income-generating activities to support his studies. He encourages transparency and vulnerability as keys to personal growth and success. The story highlights resilience, determination, and the pursuit of opportunities for self-improvement. Eu pensei, cara, eu tenho 21 anos e eu nĂ£o cheguei nesse sucesso ainda, por base no que eu pretendo, por base no que eu planejo chegar ainda tambĂ©m. EntĂ£o, enfim, o resultado que a gente tem Ă© um resultado impressivo, jĂ¡ com certeza inspiraĂ§Ă£o pra muitos. Essa minha apresentaĂ§Ă£o aqui, ela simboliza algo, parte do que a gente jĂ¡ vem fazendo, mas pra vocĂªs entenderem, hoje a gente, desde o Atenas, nĂ³s fomos votar para as empresas de empreendedorismo do Brasil, a gente tem inspiraĂ§Ă£o em vĂ¡rios eventos penitenciĂ¡rios, vĂ¡rias palestras, hoje nĂ³s fizemos uma votada, inclusive, agora dia 17, 28, em Alvamento de Pombal, a gente tem mais uma eleiĂ§Ă£o com 150 mestres, empreendedores, mestres que faturam a partir de R$ 50 mil atĂ© casos de sucesso, que jĂ¡ estĂ£o faturando ali na casa de mais de 10 mil anos de faturamento. EntĂ£o, assim, tudo o que eu vou trazer pra vocĂªs tem vazamento, tĂ¡? Tudo o que eu vou trazer pra vocĂªs tem vazamento. EntĂ£o, eu vou explicar como Ă© que eu contraria a estatĂstica e por que eu uso esse significado de uma pessoa, possivelmente, improvĂ¡vel de ter anotado isso aqui pra falar pra vocĂªs. Os pilares centrais dessa palestra que eu vou começar com vocĂªs, sĂ£o trĂªs, tĂ¡? Eu anotaria ou teria como princĂpio bĂ¡sico pra vocĂªs terem clareza de que sucesso seja na carreira ou seja como empresĂ¡rio ou empresĂ¡ria, se esse for o objetivo de vocĂªs. VisĂ£o, coragem e competĂªncia. Isso aqui eu vi em 2015, o FlĂ¡vio Augusto falando algo semelhante a isso. Pra quem nĂ£o sabe, o FlĂ¡vio Augusto Ă© um bilionĂ¡rio de investimentos em vĂ¡rias grandes empresas. Enfim, uma base de referĂªncia dentro disso. E aĂ eu, naquela Ă©poca, eu talvez estivesse como muitos de vocĂªs estĂ£o aqui ainda. Em 2015, eu tinha dois anos de faculdade. Eu era FDF, trabalhava em alguns R$190,00 de uma empresa aqui da regiĂ£o. E o meu gatilho, pra eu começar a abrir os negĂ³cios, pra eu começar a ter um empreendedorismo com outros olhos, foi um episĂ³dio em especĂfico que aconteceu, que Ă© o seguinte. Eu trabalhava em uma empresa aqui no CĂ©sar Salomes. E certa Ă©poca, eu ganhava muito pouco e eu andava todo mundo bem vestido todos os dias. EntĂ£o, eu andava todos os montados de jaca, cabelo espalteado, bonitinho. E quem nĂ£o sabia da minha vida, ou quem nĂ£o me conhecia, me dizia que eles eram caras de sucesso nessa empresa. EntĂ£o, Ă s vezes, com essas que eu tinha fora, eles passavam a se formar clientes dessa empresa e me tinham como referente nessa empresa, sempre que eu era, vamos lĂ¡, na minha visĂ£o. Eu nĂ£o tinha voz de nada, eu era ninguĂ©m nessa empresa, eu faltava muito pouco, ganhava muito pouco. SĂ³ que eu sempre tive a auto-responsabilidade quando eu trabalhava nesse lugar. E aĂ, nessa Ă©poca, eu tive acesso aos primeiros conteĂºdos de empresĂ¡rios de sucesso, porque, sĂ³ que vocĂªs entenderam um pouquinho sobre mim, eu nĂ£o tenho famĂlia rica, eu nĂ£o tenho herança, eu nĂ£o tenho mentores, eu nĂ£o fui criado por meu pai, eu nunca tive uma visĂ£o paterna de alguĂ©m pra mim dizer o caminho. Ah, mas eu sempre fiz o caminho aqui, a gente vai ter que seguir. Eu nĂ£o tive isso, eu tive outras coisas. Eu fui criado pelos meus avĂ³s, por causa da minha mĂ£e, e muito amor eu tive, mas tudo com muita amizade. Eu nunca tive luxo. NĂ£o cheguei a passar fome, mas luxo eu tive, eu jantava muito bem, fizia tudo muito simples, tinha muito amor, muita boa vontade de ter famĂlia, mas eu nĂ£o tinha muito tudo, cara. E assim, vocĂªs estĂ£o em uma era onde vocĂªs estĂ£o muito beneficiados de, na internet, no prĂ³prio YouTube, no Instagram, atĂ© em palestras como essa, vocĂª acessa pessoas que vĂ£o ter inspirações pra vocĂª trabalhar. EntĂ£o, quando eu tive acesso a alguns conteĂºdos, eu me inspirei muito no FlĂ¡vio Augusto, no Érico Rocha, no Pablo Marçal, agora ultimamente, nos Ăºltimos 5 anos, e pra quem gosta e quem nĂ£o gosta, todos eles tĂªm um pouco disso. Todos eles tĂªm um pouco disso. VisĂ£o Ă© quando vocĂª enxerga a consumidade, onde poucos fazem, coragem pra vocĂª ser usado, e fazer muitos efeitos na hora de abrir um negĂ³cio, na hora de vocĂª entregar mais resultado na empresa que vocĂª estĂ¡ trabalhando, pra que vocĂª seja visto e nĂ£o seja mais um anĂ´nimo na empresa que vocĂª escolheu trabalhar, e vocĂª consiga empreender lĂ¡ dentro pra vocĂª conseguir ter resultado. Mas nada disso funciona se vocĂª nĂ£o tem competĂªncia, se vocĂª nĂ£o tem tĂ©cnica, se vocĂª nĂ£o estuda, se vocĂª nĂ£o se desenvolve. EntĂ£o, nessa Ă©poca, eu lembro que o episĂ³dio foi o seguinte, eu estava nessa empresa, tudo muito bonitinho, quem nĂ£o me conhecia de inventĂ¡rio, essa pessoa bem despedida, eu estava muito fudido, porque praticamente eu pagava pra trabalhar, eu comecei a estudar. Ih, cara, estou muito fosso, tudo parando, eu nĂ£o queria fazer administraĂ§Ă£o, gente. Eu nĂ£o sei se mudaram com vocĂªs. AdministraĂ§Ă£o, jĂ¡ naquela Ă©poca, era um curso queimado, e vocĂª sabe disso. VocĂª chega numa aula de congresso, tem um cara que faz medicina, e tem vocĂª que faz administraĂ§Ă£o. Ah, virou raciocĂnio pra quem? NĂ£o, nĂ£o deu certo, fez ADN, nĂ©? Quem faz isso, pĂ´? Isso era ser real, ser realĂstico. E aĂ, nessa Ă©poca, meu celular caiu, quebrei a tela do celular, e eu vi que o celular quebrava, porque eu nĂ£o tinha condiĂ§Ă£o de ter dinheiro, nem cartĂ£o de crĂ©dito, porque eu nem tinha dinheiro, eu nĂ£o tinha dinheiro no meu cartĂ£o, pra eu trocar a tela do celular. E eu me vi numa situaĂ§Ă£o, eu me estava pedindo dinheiro emprestado ao povo, pedindo cartĂ£o emprestado ao povo, pra eu comprar um sapato, porque eu nĂ£o tinha um sapato. Sapato, eu lembro que o sapato que eu usava era um sapato que eu ganhei de presente de alguĂ©m, e o meu primeiro sapato, acho que foi a minha esposa, que me deu um sapato de R$70,00 na Ă©poca, de presente, e eu usava o meu sapato. E assim, cara, eu me li no sofĂ¡, pensando qual o significado de trabalhar em um lugar onde eu nĂ£o tenho a oportunidade de crescer. E aĂ eu comecei a ficar um pouco mais incomodado. EntĂ£o eu pensei o seguinte, cara, se eu nĂ£o quero crescer aqui, entĂ£o eu preciso criar minha propriedade. O que Ă© que eu fiz? Eu comecei a fazer coisas que nĂ£o eram da minha competĂªncia para ser notado e continuamente subindicado. EntĂ£o eu saĂ de um salĂ¡rio de R$80,00, aĂ a primeira meta, super meta desbloqueada, foi tipo R$30,00 a mais do salĂ¡rio. Tudo certo, humildade, continuei trabalhando, R$950,00, R$970,00, porque as minhas metas eram R$20,00, R$30,00. EntĂ£o isso aqui, eu fui me sentindo humilhado. Essa Ă© a minha sensaĂ§Ă£o, era o que eu sentia trabalhando nesse lugar, Em resumo, eu falei, cara, quer saber? Eu faço administraĂ§Ă£o, nĂ©? Minha vida Ă© acordar cedo, trocar de roupa, me vestir, trabalho, pausa para almoço, volto para o trabalho, troco de roupa, chego atrĂ¡s da faculdade. O MĂ¡rcio me viu muito nessa situaĂ§Ă£o, e eu chegava de MĂ¡rcio, eu nĂ£o tenho o que fazer, cara, o que eu posso fazer, eu vou fazer. Tem gente que achava ruim que eu chegava atrĂ¡s lĂ¡. E estĂ¡ tudo certo, eu fiz o que eu pude, porque eu precisava, de certa forma, complementar o meu pagamento nessa faculdade que fiz. EntĂ£o, meu avĂ´, ele faleceu jĂ¡, ele me ajudava correndo de curso de 300, 400 anos por mĂªs, e eu tinha que me virar mentira para fazer com que os meus anos dessem para eu pagar a faculdade, porque eu falei, cara, eu vou romper o ciclo de fracasso, de escassez da minha famĂlia. Porque a minha famĂlia era toda cacada, velho. Minha famĂlia era tudo o contrĂ¡rio. Como nĂ£o ter uma famĂlia, a minha? EntĂ£o, assim, nessa Ă©poca eu falei, eu nĂ£o vou desistir de faculdade. EntĂ£o, vĂ¡rias vezes eu tentei desistir de faculdade, vĂ¡rias vezes a gente me enamoria e falava, cara, o que Ă© que a gente paga? Trato a faculdade. E aĂ, eu fui tentando diversas formas de continuar bancando esse meu lifestyle, que eu nĂ£o tinha nada de luxo, e, ao mesmo tempo, pagar a faculdade. Isso aĂ, eu comecei a fazer vendas de coisas avulsas. EntĂ£o, dizia que eu vendia roupa, dizia que eu vendia sapato, dizia que eu vendia aĂ©reo, e eu, cara, estava num modo sobrevivente. EntĂ£o, assim, eu nĂ£o tinha ainda um negĂ³cio, mas aĂ eu jĂ¡ estava me formando, e eu nĂ£o sabia, passando por muita dificuldade, e me forjando para ser cada vez mais forte. Quem me conheceu nesse perĂodo nunca, jamais, iria imaginar como estava com os bastidores. E isso sempre foi uma coisa que eu trouxe para a minha vida mesmo. Eu falei, cara, ninguĂ©m precisa depender de mim. Isso era uma coisa que eu carregava, e talvez eu carregue ainda. SĂ³ que hoje, eu trato a vulnerabilidade como algo positivo. Eu nĂ£o tenho vergonha de falar qualquer vulnerabilidade. Por quĂª? Porque eu entendi que faz parte da vida, e quanto mais real vocĂª Ă©, quanto mais transparente, quanto mais sincero, mais resultado vocĂª tem de ater. EntĂ£o, beleza. Nesse momento, eu falei, cara, vou continuar trabalhando aqui, vou continuar cumprindo com os meus compromissos, vou continuar fazendo essa faculdade atĂ© me formar para fazer o meu melhor, mas eu vou buscar complementar a minha gente. Foi aĂ que eu comecei a fazer vendas e etc. E, ao mesmo tempo, pensa, Ă noite eu estudava administraĂ§Ă£o, eu tinha acesso aos conteĂºdos da administraĂ§Ă£o. SĂ£o conteĂºdos que, na minha visĂ£o, Ă© fundamentos. E aqui jĂ¡ Ă© importante todo mundo ter esse nĂvel de clareza. O conteĂºdo da administraĂ§Ă£o, na minha visĂ£o, como aluno, sĂ£o conteĂºdos que te dĂ£o fundamentos. Se qualquer um de vocĂªs estiver achando que vocĂª vai se incomodar, vocĂªs vĂ£o ter um salĂ¡rio de 10, 15, 20 reais, nĂ£o Ă© sobre isso. NĂ£o tem nada a ver. A faculdade, ela forma vocĂªs para o mundo. A faculdade, ela forma vocĂªs antes de vocĂª entrar na sala de aula, antes de vocĂª entrar na sala do professor, antes da prova. Na minha sala, Mariana, vĂ¡rias vezes me ouviu falar, e era o seguinte, tinha pessoa que vinha a estudar, caso de jogue, parece que o cara saiu do jogo de futebol, com uma chinela com os dedos pretos, nĂ£o lavava nem os pĂ©s, uma camiseta com os pĂ©s pendurantes saindo, e esse senhor estava na faculdade com o telefone do professor lĂ¡ para o cĂ©rebro. Ele podia virar 10. Ele podia virar 10. E olhava para os caras e dizia, como Ă© que esse cara vem para a faculdade assim, velho? Porque tu estĂ¡ se vendendo, irmĂ£o. Se tu estĂ¡ atrĂ¡s de um emprego, tu estĂ¡ se vendendo. E o cara, alĂ©m disso tudo, e eu estou falando de um aqui, mas ele representa muitos, tĂ¡? EntĂ£o, jĂ¡ fiz uma dica para vocĂª. Se vocĂª nĂ£o pude dar sua imagem pessoal, vocĂª vim para estudar, vocĂª acha que estĂ¡ indo para a casa, estĂ¡ fazendo a coisa errada. Se vocĂª sai da faculdade e anda para a escola, nĂ£o culpa a faculdade. NĂ£o culpa a faculdade. EntĂ£o, naquela Ă©poca, eu fui tendo acesso a alguns tipos de informações, dentro e fora de aula, que foi me moldando. Foi me moldando. Foi me gerando alguns ativos. Ativos positivos e ativos negativos. Da mesma forma, se a aula Ă© muito boa, se a aula Ă© muito ruim. Meus pais tinham professores muito bons. Na minha visĂ£o, na minha Ă©poca, tinham professores muito ruins. Os caras nĂ£o sabiam dar aula, nĂ£o tinham mais ponto de fala, sĂ³ sabiam brigar. Eles se tratavam de igual para igual. EstĂ¡ tudo certo. NĂ£o Ă© para ser perfeito. Agora, se vocĂªs nĂ£o tiverem o primeiro piladinho que a gente vai falar jĂ¡ jĂ¡, que Ă© o piladinho de uma mentalidade mĂ¡, mais mentalidade, mais autoresponsabilidade, dificilmente vocĂª vai chegar na sua faculdade, se vocĂª vai ter um prĂ³prio treinamento na mĂ©dia. EntĂ£o, assim, esses foram os trĂªs pilares que depois que entendemos isso atĂ© hoje, da gente. NĂ³s temos um grupo empresarial com faturamento mĂ©dio do ano passado. Para esse ano, a quantidade foi de 12 a 15 milhões de faturamento. NĂ£o acho que Ă© um super faturamento ainda, sobre onde a gente pode chegar. A gente estĂ¡ formando um faixa time. Eu acredito muito no presencial, eu como as pessoas. Tem aqui um time de 20, da galera da minha equipe e da galera da minha equipe tambĂ©m, que decidiu que, porque na minha visĂ£o, nĂ£o faz sentido a nossa empresa ser prĂ³spera sem a nossa equipe ser prĂ³spera. EntĂ£o, faz parte do meu propĂ³sito e do propĂ³sito da nossa empresa, da nossa marca, do nosso grupo formar talentos para que eles daqui a pouco sejam que estĂ£o aqui, ensinando para vocĂªs e eu vou trabalhar com os bastidores, com o motorista para eles se tornarem cada vez lĂderes e melhores. EntĂ£o, eu vou deixar isso muito bem claro para vocĂªs porque isso Ă© o que eu uso atĂ© hoje. NĂ³s compramos agora empresas de tecnologia para atender o mercado mĂ©dio. Para quem nĂ£o sabe, o mercado mĂ©dio Ă© o nosso trabalho. Em 2018, eu comecei a fazer algumas consultorias, bem a busca. AtĂ© lembro que eu comecei com a Marta, pedi muito por ela. NĂ£o sei se vocĂª ainda Ă© consultora do Febreira. VocĂª tem ideia? Pronto. E ela me falou como funcionava mais ou menos e eu peguei os olhos para aquilo. Eu falei, Marta, vocĂª tem que entender esse negĂ³cio aqui, pĂ´. É dividido, vocĂª empreende de sĂ³. E eu entendi, apanhando, que empreender Ă© sĂ³ metade. Empreender Ă© sĂ³ metade para caralho. Eu posso ter sofrido com todas as consultorias, todas as metades que a gente escuta falar hoje e eu nĂ£o sabia o nome. Eu jĂ¡ chorei trancado no quarto, jĂ¡ tive problemas de vista, problemas de tela. Eu jĂ¡ gastei todo o meu dinheiro com cursos, com informações, com conhecimentos, porque eu precisava entender o que eu nĂ£o sabia para eu ter um resultado que eu nĂ£o tinha. Essa foi minha maior premissa inicial. EntĂ£o, sĂ³ para vocĂª entenderem, esse nosso grupo empresarial em 2018 foi eu sozinho. E hoje, a gente atua especificamente no mercado mĂ©dico. A gente desenvolveu essa metodologia que o Leandro falou, a metodologia Raquel da Medicina. É um mĂ©todo de educaĂ§Ă£o para clĂnicas mĂ©dicas, onde basicamente a gente transforma o mĂ©dico em empreendedor. A gente pega o mĂ©dico, que Ă© um mĂ©dico achador de serviços, que nĂ£o sabe se vender, nĂ£o sabe valorizar, a gente cumpre investiĂ§Ă£o, empreendimento, modelo de negĂ³cio, produtos, a gente cumpre tudo de uma estrutura de negĂ³cio. Antes da gente começar a voltar aqui com as pautas da nossa apresentaĂ§Ă£o, falando sobre modelo de negĂ³cio, plano de negĂ³cio, administraĂ§Ă£o, eu quero dar um slide de comprando para vocĂªs. Todas as disciplinas de administraĂ§Ă£o que vocĂªs tĂªm acesso hoje, elas sĂ£o oportunidades de negĂ³cio. E elas sĂ£o oportunidades de negĂ³cio, nĂ£o Ă© educaĂ§Ă£o, elas sĂ£o oportunidades de negĂ³cio para vocĂª criar o seu prĂ³prio negĂ³cio. É um misto, cara, de oportunidades, porque vocĂª precisa entender qual Ă© a sua zona de genialidade. EntĂ£o vamos avançando aqui. Esse aqui era o camarada de 2012, prĂ©-faculdade. Esse cara aqui, a prioridade dele Ă© isso aqui. Nada de errado, como falam. SĂ³ que Ă© o seguinte, falham na aula errada, Ă© fracasso. Se eu tivesse continuado nesse modelo inicial aqui, eu ainda estava aqui. Sabe por que eu tenho isso? Porque eu faço um review, eu olho para trĂ¡s, eu olho para os meus amigos, nada de errado. Muitos daqui Ă© de famĂlia linda. Outros nĂ£o, outros sĂ£o batalhadores, outros fizeram muito bem, mas aqui Ă© sĂ³ uma anĂ¡lise, sabe? Nessa anĂ¡lise aqui, se eu continuasse com esse foco, eu estava lĂ¡ atĂ© o Ăºltimo dĂvido, repetindo o padrĂ£o da minha famĂlia. Todos os padrões negativos da minha famĂlia estavam aqui. E, de novo, nĂ£o tem nada de errado com vocĂª sair para falar, nĂ£o tem nada de errado com vocĂª se divertir, com vocĂª encontrar o seu estado transformado. A questĂ£o Ă© sĂ©rio no momento. Hoje, se eu quisesse falar, atĂ© hoje, eu vou passar 15 dias falando, eu iria ter prejuĂzo. Porque eu sou um construĂdor para demora, hoje, e se a minha empresa nĂ£o parar de funcionar, graças a Deus eu tambĂ©m estarei muito bem o resto da minha vida. SĂ³ que nĂ£o Ă© mais desse que me importa. E, de novo, 31 anos, eu nĂ£o fiz nada ainda. Eu nĂ£o fiz nada. E digo para todos do meu time que eu nĂ£o vim para nenhum. Eu fiz. Agora, eu vou falar o que Ă©. É a 13 de fevereiro, tĂ¡? Todo dia, eu tenho a possibilidade. EntĂ£o, qualquer um, qualquer um do meu time, que estĂ¡ no campo de batalha, na lei de frente, tem que ter a possibilidade de ser abertura para a gente ter a produtividade. A coragem que a gente faz aqui Ă© o que a gente tem de sobra. A gente tem muita paua na agulha se a gente tiver que ter prejuĂzo de 100, 200 anos. O pior Ă© que a gente tem troca nenhuma e a gente volta para o jogo e a gente recupera. A gente faz isso. Agora, se nĂ£o tiver a sua maior competĂªncia aqui, nenhum faz porra nenhuma. Isso Ă© o nosso modelo de empatia. É sĂ³ para vocĂªs entenderem. VocĂª nĂ£o entendeu com quem que eu estou abrindo esse grupo. Beleza. 2012, perdido. Me acompanho com falas na hora errada. Ă€s vezes, me colocaram que talvez eu trabalhei aqui, eu tinha 50 pontos. Mas nĂ£o importa. Ă€s vezes Ă© rico. VocĂª vai andando inclusive e fica rico. Da mesma forma, o contrĂ¡rio e outras coisas. Beleza. 2013, comecei a faculdade. Cara, vocĂªs nĂ£o sĂ£o o Ăºnico, se eu nĂ£o me engano, da minha matrĂcula, que era de 1400 reais. Qual foi a matrĂcula da minha matrĂcula? Nessa Ă©poca, eu nem sei. Porque eu passei para a direita, eu passei para a autologia e estava nessa. E o que deu foi esse. O acertĂ£o que deu foi a afinaĂ§Ă£o. EntĂ£o eu caĂ, meu Deus, eu fui um afinaĂ§Ă£o. NĂ£o, gente, nĂ£o foi nada. SĂ³ que eu falei, cara, vou romper isso aqui e eu vou entregar o ponto de cĂ¡ depois. Eu vou entregar esse danado aqui. Nunca usei isso. Nunca usei esse danadĂ£o. Mas eu disse, eu vou romper esse caralho, esse ciclo aqui de burrito e pobreza em nossa famĂlia. Com todo respeito. O mais que Ă© possĂvel de inspiraĂ§Ă£o para vocĂªs tambĂ©m. Eu sei que muitos de vocĂªs, possivelmente, hoje, se inscreveram na faculdade com o intuito de provar algo para alguĂ©m, podem entregar algo muito para a mĂ£e, para o pai, estĂ¡ tudo certo. EstĂ¡ tudo certo. Se vocĂª nĂ£o tem caminho nenhum de ter uma boa faculdade, cara, vocĂª estĂ¡ no bom caminho, porque isso Ă© que entrega esse crime, isso Ă© que te falta ajudar, isso Ă© que te falta ter os fundamentos, os princĂpios. Na minha Ă©poca, a faculdade ajudava vocĂª a arrumar emprego, a faculdade formava vocĂª, indicava vocĂª para os professores, mas nĂ£o vai dar isso de nada, tĂ¡? A faculdade ajuda isso. Mas eu vim com um jantinho da ItĂ¡lia, com a chinelinha amarela de sexo, com o sexo preto, camisetinhas, e aĂ tu espera o leĂ£o, vai para o emprego, vai dar muito, vai dar muito. A faculdade nĂ£o tem nada a ver com isso, nĂ£o. NĂ£o tem nada a ver com isso, nĂ£o. Se essa forma nĂ£o se vende, naturalmente, por embalagem, Ă© mais barato. EntĂ£o, nĂ£o espera que o emprego Ă© onde vocĂª estĂ¡ da compra, mas, tipo, nĂ£o vou tomar detalhe, mas encarrega o ruim, vai, algo que vocĂª nĂ£o goste, beleza? EntĂ£o, em 2013, comecei a faculdade, felizĂ£o, felizĂ£o, aĂ eu estava nos primeiros dias de aula, aĂ treinava no banheirĂ£o, pĂ¡, da vizinha, beleza. Trabalhando nessa companhia, nessa empresa, muito grande, dei meu melhor, nĂ£o me sinto devalorizado, nĂ£o sinto como crescer. Chegou uma Ă©poca, gente, que eu comecei a vender tantas coisas, que eu fazia minhas empresas de mercado individual, eu entrava muitos setores, essas empresas tinham 100 colaboradores na Ă©poca, e eu conhecia todo mundo, eu entrevava todo mundo, eu entrevava minhas coisas e eu entrava no prestado, na endĂ³crino. E aĂ eu chegava e falava, vem, vai ficar com certeza? Vou vender esse sapato. Estou com um fornecedor agora, de fora, que estĂ¡ fazendo uns problemas pra mim, se tiver interesse, me fala. AĂ parece que tem que dar interesse, aĂ eu falo, cara, vou comprar um sapato dele, vamos conversar. AĂ meu fornecedor fala, olha, quarentĂ£o, meu sapato, eu falo, quarentĂ£o, eu posso investir, nĂ©? AĂ ele me pede, cara, 199 sapatos, 15 de entrada, e vocĂª paga o resto de 3,50. Caralho! Exatamente. E aĂ comecei, vendi um, aĂ depois vendi um pro BrasileirĂ£o no dever, e eu amava comprar livre, e aĂ eu vendi dois, e aĂ eu vendi trĂªs, e aĂ eu comecei com outro sapato, pra me andar com o sapato de alugar, uma maletinha pra alugar coisas pequenas. AĂ eu falei, irmĂ£o, estou agora com uma representaĂ§Ă£o de perfume, de sope, velho, cara, sope Ă© perfume pancada, estĂ¡ chegando agora uma hora mais caloriaso? NĂ£o dias nada.
There are no comments yet.
Be the first! Share your thoughts.
