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Listen to Aula 7_Video_Compressao_Formatos by Marcelo B Santiago MP3 song. Aula 7_Video_Compressao_Formatos song from Marcelo B Santiago is available on Audio.com. The duration of song is 21:32. This high-quality MP3 track has 249.11 kbps bitrate and was uploaded on 7 Dec 2023. Stream and download Aula 7_Video_Compressao_Formatos by Marcelo B Santiago for free on Audio.com – your ultimate destination for MP3 music.










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In this video lecture, the main topics discussed are the characteristics of video, analog and digital video formats, video compression principles, and various video formats such as MPEG-1, MPEG-2, and MPEG-4 AVC. The lecture also covers the concept of frame rate and resolution, aspect ratio and bit rate in video, as well as the differences between analog and digital video. The advantages of digital video, such as easy editing and duplication, are highlighted, along with the importance of codecs in video encoding and decoding. The lecture concludes with an explanation of video compression principles, including sub-sampling of chrominance and the use of different ratios in compression schemes. Aula 7, VĂdeo, CompressĂŁo e Formatos de VĂdeo Digital. Nesta aula abordaremos entĂŁo caracterĂsticas de vĂdeo, formatos de vĂdeo analĂłgico, vĂdeo digital, princĂpios de compressĂŁo de vĂdeo, formatos MPE de MPEG-1 e MPEG-2, e formato MPEG-4 AVC. CaracterĂsticas de vĂdeo Framerate Framerate Ă© o nĂşmero de imagens, quadros apresentados por unidade de tempo, no caso de frames per second, FPS, e uma unidade de tempo ao segundo. VĂdeos com baixo FPS ou FPS menor que 15 parecem estar congelados, uma vez que nosso olho e nosso cĂ©rebro sĂŁo capazes de captar e processar um nĂşmero mais elevado de quadros por segundo. Atualmente, câmeras modernas conseguem captar atĂ© 120 FPS. NĂłs humanos conseguimos captar e processar no máximo 60 FPS. O formato de vĂdeo analĂłgico NTSC utiliza 29,97 quadros por segundo. O formato PAL utiliza a taxa de 25 FPS. O formato usado na Europa e no Brasil Ă© o PAL-M. Define a quantidade de pixels, aliás, resolução. Resolução define a quantidade de pixels em cada quadro de vĂdeo. Normalmente apresentado no formato A versus B vezes R, A sendo o nĂşmero de colunas ou pixels por linha, B o nĂşmero de linhas e R o nĂşmero de quadros por segundo. NĂłs temos entĂŁo que este Ă© o FPS, que Ă© o Frame Per Second. TVs de alta definição HDTV exibem resoluções de atĂ© 1920x1080 por segundo. Agora nĂłs vamos falar sobre razĂŁo de aspecto, Aspect Ratio e Bit Rate. Aspect Ratio descreve as dimensões relativas dos objetos do vĂdeo na tela. Televisões comuns apresentam Aspect Ratio 4 para 3. Televisões mais modernas apresentam Aspect Ratio 16 por 9. 4 por 3, 16 por 9. Agora vamos usar o Bit Rate, aplicável somente a vĂdeos digitais. Digitais tem bits, o analĂłgico nĂŁo tem bits. EntĂŁo Bit Rate descreve o nĂşmero de bits necessários para representar cada pixel do vĂdeo, expresso em bits per pixel, BPP. Agora vamos falar sobre formatos de vĂdeo analĂłgico. O formato de vĂdeo analĂłgico, o vĂdeo analĂłgico nada mais Ă© que uma forma de onda que resulta da varredura sequencial das linhas de uma tela quando sĂŁo registradas as intensidades e a cor de cada pixel. O formato dos sistemas analĂłgicos de vĂdeo obedece as normas especĂficas. As principais sĂŁo POL, SECAM, e o NTSC, que seria TV e VHS. Aqui no Brasil o POL, ou P-A-L, no Brasil usa o P-A-L-M. Agora que a gente tem entĂŁo a ideia de uma TV a tubo, antiga. No inĂcio a gente tem o catodo e o anodo, o A e o C. SequĂŞncia entĂŁo o D, que Ă© a tela revestida de fĂłsforo, o E, que Ă© o feixe de elĂ©trons, e o F, que Ă© a camada de sombra. EntĂŁo isso acontece que apĂłs vocĂŞ lançar o feixe, que Ă© o RGB, o RED, o GREEN e o BLUE, automaticamente se iluminam os feixes de elĂ©trons fazendo com que apareçam as cores. EntĂŁo aqui a gente tem um exemplo de uma televisĂŁo, no formato analĂłgico, modelo Braun HF1, da Alemanha de 1958. EntĂŁo o armazenamento dos dados analĂłgicos Ă© normalmente feito em uma pelĂcula magnĂ©tica. Ainda Ă© muito usual as pelĂculas magnĂ©ticas para armazenamento de dados analĂłgicos. POL-M, que Ă© o Phase Alternating Line, POL-M, utilizado no Brasil e na Europa. E nĂłs temos agora tambĂ©m o NTSC, que Ă© o National Television Standards Committee. VĂdeos de 525 linhas, que Ă© o POL-M. Linhas de imagem mais linhas para sincronização. É de 30 frames per second, 30 quadros por segundo. E a relação de largura sobre altura ao aspect ratio Ă© de 4.3, ou 4 para 3. Imagens entrelaçadas, linhas divididas em Ămpares e pares. E a varredura a 60 vezes por segundo, que Ă© os 60 Hz. EntĂŁo aqui a gente tem um exemplo do quadro de entrelaçamento de cada linha sendo de uma cor. Entre azul, vermelho e o branco. SĂŁo pares e Ămpares. Na medida que o processo de varredura vai acontecendo, temos um processo formado por linhas pares e depois por linhas Ămpares. NĂłs nĂŁo percebemos essa alternância em quadros e muito menos essa alternância entre linhas. A varredura acontece a 60 vezes por segundo e coincide com 60 Hz. De tal forma, evitar um fenĂ´meno que Ă© o inconveniente da cintilação, que Ă© a iteração do sinal da rede elĂ©trica com a imagem acima Ă direita. Que ilustra bem como Ă© feito o entrelaçamento da formação da imagem com o vĂdeo analĂłgico. É o mesmo quadro formado por um entrelaçamento. EntĂŁo eu tenho sempre um quadro para um certo intervalo de tempo. Vamos falar agora de caracterĂsticas de vĂdeos. Vale tanto para analĂłgico quanto para digital. Agora, na verdade, vamos falar de vĂdeo digital. Utilização de imagens digitais em rápida sucessĂŁo a uma taxa constante. Rápida sucessĂŁo a uma taxa constante acontece tambĂ©m para o analĂłgico. As tĂ©cnicas de compressĂŁo e correção de erros permitiram um incremento considerável na capacidade de transmissĂŁo de informação. A taxa constante dá percepção visual com certa qualidade. VĂdeo digital ainda. O vĂdeo digital se populariza com o uso crescente de computadores pessoais. Acesso a conexĂŁo banda larga com a internet e a venda de televisores que suportam a tecnologia. Televisores do tipo LCD. Mas a maior qualidade da imagem nĂŁo Ă© a Ăşnica razĂŁo da adoção cada vez maior desse padrĂŁo de codificação e transmissĂŁo. Quando se pensa em vĂdeo digital, vocĂŞ pensa em manipular, modificar, transmitir e armazenar essa imagem em um formato digital. Vantagens do vĂdeo digital. O acesso direto a usar quadros e imagens possibilita a transmissĂŁo quase instantânea para qualquer ponto de um filme. Permite o corte, colagem e edição do vĂdeo de diversas maneiras, bem como a adição de diversos efeitos visuais. Permite duplicação de forma fácil e sem perda de qualidade. Oferece suporte Ă interatividade que surge com a tendĂŞncia tecnolĂłgica mais promissora para os prĂłximos anos. Ainda sobre a codificação de vĂdeo. Um codec de vĂdeo Ă© um dispositivo, um software responsável pela codificação, que seria o encoder, codificador, e a decodificação, que seria o decoder, o decodificador, de um vĂdeo digital. O objetivo de utilizar um codec Ă© principalmente diminuir a quantidade de informação necessária para armazenamento de vĂdeos. Em um dispositivo CD, DVD, disco rĂgido, etc. Ou transmissĂŁo em tempo real, pois o vĂdeo capturado por uma câmera nĂŁo apresenta compactação, compressĂŁo. Lembrando que a compressĂŁo Ă© a diminuição da quantidade de bytes ocupada por um vĂdeo. Eu sĂł irei mandar, obviamente, a informação relevante e tudo mais. Eu sĂł irei mandar, obviamente, a informação relevante e que irá produzir um resultado desejado ou esperado. Ainda sobre a codificação de vĂdeo. Para que o objetivo de um codec seja alcançado, Ă© necessário um equilĂbrio entre 1. Qualidade do vĂdeo. Se quer a qualidade, mas Ă s vezes tem que se abrir mĂŁo dela. 2. Quantidade de dados necessários para transmitir. Seria a taxa de bits, bitrate. 3. Complexidade dos algoritmos de codificação e decodificação. 4. A robustez contra a perda de dados. EntĂŁo sĂŁo 4 itens que precisam ser atendidos. A qualidade, a quantidade, complexidade e robustez. Quando se fala no 2, que Ă© a quantidade de dados necessários para transmiti-lo, alguns meios de transmissĂŁo comportam uma quantidade de bits superior, outras nĂŁo. Alguns meios, ou bandas largas, Ă© possĂvel trafegar ao longo do meio uma quantidade grande de bits. Ă€s vezes nĂŁo Ă© possĂvel, principalmente se for em tempo real. Vamos falar agora de princĂpios de compressĂŁo de vĂdeo. Antes de qualquer compressĂŁo, quase sempre Ă© aplicada uma tĂ©cnica chamada subamostragem de Cormância. Subamostragem de Cormância. Subamostragem de Crominância, ou Croma Subsampline. Sampline, sampling. Croma Subsamplar. O esquema de subamostragem Ă© geralmente expresso com uma proporção de 3 partes, de J a B. O J está para A que está para B. EntĂŁo, por exemplo, 4 para 2 para 2. Que descrevem o nĂşmero de amostras de luminância e cromancia em uma tela conceitual, virtual, que tem J pixels de largura e 2 pixels de altura. Isso daqui Ă© uma recapitulação da aula 2. EntĂŁo, quando se fala na proporção 4, 2, 2, nĂŁo estamos falando de uma tela que está sendo formada, mas sim de uma razĂŁo de proporção entre cores e luminosidade. Componentes como cor CB e CR, que Ă© o blue e red, onde todo o conjunto forma o green, no final terem uma imagem como se estivesse usando RGB, de uma forma diferenciada no contexto de espaço de cores. PrincĂpios de compressĂŁo de vĂdeo. O significado das partes da proporção J a B usada em qualquer esquema de subamostragem. J, referĂŞncia de amostragem horizontal, largura em pixels, 4 em geral. Esse 4 nĂŁo se trata de pixels, sim de proporção. A, nĂşmero de amostras de crominância, CR e CB, na primeira linha de J pixels. E B, que Ă© o nĂşmero de amostras de crominância, CR e CB, na segunda linha de J pixels. EntĂŁo, aqui a gente tem um exemplo, um princĂpio de compressĂŁo de vĂdeo, onde vocĂŞ tem 4 quadros em proporções diferentes. O primeiro com 4 para 1 para 1, o segundo 4 para 2 para 0, o terceiro 4 para 2 para 2, e o quarto quadro, o quarto vĂdeo, Ă© 4 para 4 para 4. EntĂŁo, olhando o primeiro quadro, ele tem lá um quadradinho como se fosse xadrez nas duas primeiras linhas, alternando entre branco e preto, branco e preto, preto e branco, preto e branco. E aĂ, na linha de baixo, nĂłs temos, entĂŁo, o azul e o vermelho, uma linha de azul e uma linha de vermelho. Quando vocĂŞ faz a combinação, entĂŁo, da primeira linha, que Ă© o branco, o preto, o branco e o preto com o azul, vocĂŞ tem, entĂŁo, uma outra linha formada, sendo o branco com o azul vai dar o azul claro, o preto com o azul vai dar o azul escuro, o branco com o azul dá o azul claro e o preto com o azul dá o azul escuro. Na segunda linha que nĂłs temos o preto, branco, preto, branco, está combinando, aliás, na segunda linha, nĂłs vamos ter a combinação de preto com vermelho, que vai dar o vermelho escuro, o branco com o vermelho que vai dar o rosa e o preto com o vermelho que vai dar o vermelho escuro e o branco com o vermelho que vai dar o rosa. EntĂŁo, ou seja, essa caixa Ă© a composição das cores, sendo que a primeira linha Ă© composta pela sobreposição da primeira linha cinza e a branca, o preto e branca, e a primeira linha blue. E a segunda linha, o DZ, de preto e branco, da segunda linha, red, na caixa branca. Lembrando que o preto e branco nada mais Ă© que o branco, ou seja, o claro Ă© ar e o preto Ă© o escurecer. Vamos para a prĂłxima. PrincĂpios da compressĂŁo de vĂdeo. A norma CCIR 601 define um padrĂŁo de amostragem de vĂdeo digital com 720 amostras de iluminância, sendo E duas vezes 360 amostras de diferença de cores por linha. Sistema Y', Y', CB e CR, com proporção 4 para 2 para 2 subamostragem de crominância. Um exemplo. Com a proporção de 4 para 2 para 2 para 2 milhões de pixels nĂłs temos, dividindo os 2 milhões em 8 partes, que sĂŁo 4 mais 2 mais 2, cada parte tem 250 mil pixels. No final, 4 partes de 1 milhĂŁo serĂŁo para Luma, 2 para CB, que seriam 500 mil, e 2 partes para 2 CR, que seriam 500 mil. Isso tem uma relação muito forte com a quantidade de memĂłria para formar uma imagem. PrincĂpios de compressĂŁo de vĂdeo. A subamostragem cromática se diferencia um pouco do rigor da ciĂŞncia das cores. Pois os componentes Luma e Croma sĂŁo formados como uma soma ponderada de componentes R', G' e B', em vez de uma soma direta linear dos componentes RGB. Como resultado, a luminância e a cromancia nĂŁo sĂŁo completamente independentes uma da outra. Repetindo. Como resultado, a luminância e a crominância nĂŁo sĂŁo completamente independentes uma da outra. Ou seja, há algum vazamento de informação luminância e cromancia entre os componentes Luma e Croma. Lembrando que Luma, nada de crominância, e Croma, nada de luminância. EntĂŁo, ou seja, acontece devido Ă existĂŞncia da subamostragem. Ou seja, o vazamento acontece devido Ă existĂŞncia da subamostragem devido ao processamento da imagem no contexto do vĂdeo. Y, que Ă© a luminância, tem relação com RGB. Ou seja, leva as informações de cor quando se fala em Y, Cb, Cr. Estamos falando da aula 2. Y' Ă© Luma. Portanto, nĂŁo leva as informações de cor e nĂŁo tem relação com RGB. PrincĂpios de compressĂŁo de vĂdeo. O vazamento. O erro Ă© maior para as cores altamente saturadas e por ser razoavelmente perceptĂvel entre as barras magenta e verde de um padrĂŁo de teste de barras de cor. Onde foi aplicada a subamostragem cromática. Essa aproximação de engenharia ao inverter a ordem das operações usando a soma ponderada em lugar da soma linear permite que a subamostragem de cores possa ser mais facilmente implementada. VocĂŞ tem a barra de cores original e Ă direita a barra de cores com erro. Onde o verde junto com o magenta tem uma regiĂŁo que tem um erro. Ela apresenta, vamos dizer assim, nĂŁo tem clareza nas cores. Ou seja, faltando uma maior definição. EntĂŁo quando eu aplico uma subamostragem aparece o erro conforme ao lado. Ou seja, com subamostragem de crominância Codec Sony Vegas proporção 4.1.1 PrincĂpios de compressĂŁo de vĂdeo. A subamostragem cromática se desvia um pouco do rigor da ciĂŞncia das cores. Pois as componentes luma e croma sĂŁo formadas com uma soma ponderada de componentes RG, R', G' e B' em vez de uma soma direta linear de componentes RGB. Como resultado, a luminância e a crominância nĂŁo sĂŁo completamente independentes uma da outra. Ou seja, há algum vazamento de informação de luminância e cromancia entre os componentes luma e croma. O vazamento novamente acontece devido Ă existĂŞncia da subamostragem devido ao processamento da imagem no contexto de vĂdeo. EntĂŁo, com isso, a gente finaliza aliás, nĂŁo finalizamos temos os princĂpios de compressĂŁo de vĂdeo. A maioria dos codecs de vĂdeo atuais usa compressĂŁo espacial, intraframe e temporal, interframe, combinadas. A compreensĂŁo espacial de frames de vĂdeo individuais Ă© geralmente baseada na DCT Discrete Cosine Transform que Ă© a transformada discreta cosseno como no formato JPEG reverá aula 3. O formato DV usado em fitas de vĂdeo digital usa unicamente a compressĂŁo espacial. Ele estende a tĂ©cnica do JPEG escolhendo tamanhos variáveis para transformar os blocos para DCT e tambĂ©m usando a tĂ©cnica de embaralhar os blocos de um mesmo quadro. PrincĂpios de compressĂŁo de vĂdeo A compactação temporal funciona calculando a diferença entre os quadros em vez de armazenar cada um na Ăntegra. O mĂ©todo mais utilizado funciona atravĂ©s da comparação de cada quadro frame do vĂdeo com o anterior. Se o quadro contĂ©m áreas onde nada mudou o sistema simplesmente emite um comando curto que copia essas áreas bit a bit para o interior do prĂłximo quadro. PrincĂpios de compressĂŁo de vĂdeo Caso contrário, se algumas seções de pixels áreas do quadro simplesmente se moveram o compressor emite um comando que informa ao decodificador para deslocar, girar, clarear ou escurecer a cĂłpia da área respectiva do quadro anterior. Isso significa mais um comando. PorĂ©m, ele Ă© ainda muito menos oneroso do que a compressĂŁo intra-quadro usando um DCT. Menos oneroso, pensando computacionalmente. CompressĂŁo intra-quadros nĂŁo Ă© bom para edições. CompressĂŁo intra-quadros funciona bem para aplicações onde o vĂdeo simplesmente deve ser assistido pelo espectador. Mas pode causar problemas se a sequĂŞncia de vĂdeo precisar ser editada. RazĂŁo pela qual o formato DV nĂŁo a utiliza. Interframes Comando ao invĂ©s da prĂłpria imagem dentro do sistema de computação Ă© melhor. Eu tenho mais comandos dizendo deslocar, clarear, escurecer. É mais barato computacionalmente falando do que a imagem propriamente dita. E com isso nĂłs finalizamos a gravação da aula 7.
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