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Listen to first_20_minutes_audio by Julio Cesar MP3 song. first_20_minutes_audio song from Julio Cesar is available on Audio.com. The duration of song is 20:00. This high-quality MP3 track has 121.26 kbps bitrate and was uploaded on 1 Jul 2025. Stream and download first_20_minutes_audio by Julio Cesar for free on Audio.com ā your ultimate destination for MP3 music.










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O nosso trabalho, principalmente, toda a atividade que envolve toda a atividade de fósforo cruz, que trabalha com destino, desenvolvimento, inovação e progressĆ£o. A atividade de fósforo cruz Ć© uma instituição, Ć© a principal instituição da saĆŗde na AmĆ©rica Latina. Nós temos um volume de educaƧƵes, de ensino, que nĆ£o chega a ser comparado com a distĆ¢ncia alĆvio, mas nós temos espaƧos alĆvios e pĆŗblicos na Ć”rea da saĆŗde. Na Ć”rea da saĆŗde de fósforo cruz, ela nĆ£o tem curso de graduação, nós nĆ£o somos uma universidade. Na Ć”rea de educação, nós temos uma escola politĆ©cnica de nĆvel mĆ©dio, que faz o curso de coagulação sustente e lastimente. Por doutorado, entĆ£o, nós recebemos alunos de mestrado e doutorado em 2012, que, particularmente, sĆ£o uma parte da nova visĆ£o da AmĆ©rica Latina. E nós temos a Escola Nacional de SaĆŗde CĆ¢ntico, que recebeu muitos alunos de mestrado e doutorado de toda a AmĆ©rica Latina. E a nossa estada aqui em Washington, participando do trabalho, Ć© tentar respeitar os relacionamentos com as famĆlias, com os grandes grandes famĆlias. EntĆ£o, a gente estĆ” em Washington, estĆ” olhando o dia-a-dia, mas, na verdade, Ć© acompanhando, incordinalmente, o sistema complexo, com muitos telefones da Ć”rea de educação. Eu acredito que, se nós viajamos e interagimos com os nossos doutorados, nós temos que pedir o apoio da nossa ONG, no sentido de ajudar a estabelecer as famĆlias, compartilhos. Nós temos muita relação com a VT, com o doutor Julio, com o doutor Julio, que Ć© um indivĆduo que estĆ”, na verdade, sobrevivente. Eu conheci o embaixador Lula, jĆ” faz aproximadamente 4, 5 anos de vida, porque achou que Lula desenvolveu um projeto bastante interessante, que estĆ” no encodilĆgio aqui, estĆ” ficando com um diferencial, de uma arte de ser comunista, de ser feliz com a comunidade, mas que teve uma crescente de tecnologia para o comunismo. E, atualmente, os governos estĆ£o voltando na construção de uma fĆ”brica, de uma indĆŗstria farmacĆŖutica. EntĆ£o, literalmente, os nossos indivĆduos ajudaram a construir a fĆ”brica. Essa empresa, depois que surgiu, foi o governo norte-americano. Mas, sob toda coordenação da ONG, com a admissĆ£o desses famĆlias, isso foi feito com recurso em breve no Lula, que hoje Ć© bastante presente no Lula. Isso foi em 2007, 2008. E hoje, como estĆ” acontecendo, o projeto foi concluĆdo. Nós conseguimos entregar a fĆ”brica, que foi compromisso do governo brasileiro perante o governo do SĆ£o Paulo, e, depois da fĆ”brica funcionar, fizemos vĆ”rios programas de qualificação de mĆ£o de obra. E, teve um monte de uso, um monte de artes, de artes farmĆ”ceas. Mas, as artes farmĆ”ceas, no fundo, que vĆ£o formar farmacĆŖutica industrial, a farmacĆŖutica farmacĆŖutica, Ć© a mĆ£e de filho. EntĆ£o, Ć© a alma, a filha, uma carĆŖncia saudĆ”vel, uma carĆŖncia amigĆ”vel de mĆ£o de obra, de farmacĆŖuticos, de filhos, de filhas trabalhando, de farmacĆŖuticos. EntĆ£o, essa foi uma possibilidade, assim, bastante importante. E, hoje, a fĆ”brica foi breve, funcionando normalmente. A proposta, nĆ©, a proposta dessa partilha era, no final, deixar, notamente, a arte, a profissĆ£o, de forma independente, em ombros, para que eles fiquem felizes com outras instituiƧƵes, outros partilhos comerciais. E, assim, fizeram. Hoje, hĆ” um avanƧamento entre a, chamam-se a Sociedade MoƧambicana de Medicamentos, a SMI. A SMI, entĆ£o, fez um avanƧamento com uma empresa, em teoria, indiana. E, hoje, essa empresa trabalha junto com a SGM, na proposta, uma coisa poderosa. EntĆ£o, a participação, nĆ£o na totalidade da demanda da saĆŗde pĆŗblica de MoƧambique, mas os principais medicamentos sĆ£o fabricados lĆ”. EntĆ£o, isso foi uma contribuição. Outra contribuição importante que o Brasil, por meio da FGV, tem dado Ć© a gente ter a primeira visĆ£o diferente, nĆ©? Ć, isso funciona muito bem. Porque a gente nĆ£o vive em MoƧambique. NĆ£o, a gente nĆ£o mora em MoƧambique. Ć, mas tem vĆ”rios paĆses. Que nĆ£o moram aqui. Ć, vai dar carinho. NĆ£o, nĆ£o, nĆ£o. Eu ouƧo coisas dessas coisas. EntĆ£o, Ć©. EntĆ£o, Ć©. Isso Ć© um da nossa fundação. Hoje, nós temos um projeto na Fundação, como diz lĆ” na FGV, que o nosso chefe, antes eu nĆ£o tinha conhecido, nĆ©? Ele dizia, ele dizia, olha, nós estamos aqui na Fundação, logo nos postos, no histórico, nós estamos na saĆŗde, mas nos envolvimentos terapĆŖuticos, que Ć© a fronteira do conhecimento, do conhecimento para tratamento de leucemia. Ć. NĆ©? Ć, cĆ©lulas, Ć©, cĆ”lculos, cĆ©lulas cĆ”lculos. EntĆ£o, Ć© uma tecnologia que estĆ” sendo desenvolvida pelo seu grupo, em parceria com uma instituição americana, nĆ©? Sem fins lucrativos. Que fez essa transferĆŖncia de tecnologia. E, esse ano ainda, a gente jĆ” comeƧa a produzir, principalmente para conclusƵes de estudos fĆsicos. E, provavelmente, no final de 2027, nós jĆ” estaremos, ou seja, produzindo essa tecnologia. E, alĆ©m de nós, nossos grupos, o Dr. tambĆ©m trabalha com essa tecnologia. A nossa parte faz isso, o que vocĆŖ se lembra, Dr. Aron? Ah, o Dr., sim. A nossa comeƧa, provavelmente, agora, nos 19 anos de vida. A terceira altura. JĆ” terceira altura? NĆ£o, como jĆ” Ć© uma tecnologia que nós jĆ” recebemos, estamos fazendo adaptação e desenvolvendo, ela entra no que a gente chama de fase 2-3. Ah, exato. Fase 2-3. E, ela mostrou que Ć© um estudo quĆmico relativamente rĆ”pido, porque o universo de pacientes, a gente tem a ideia, Ć© o pĆŗblico infantil, crianƧas, crianƧas, meninas, ou meninos. Ć o pĆŗblico infantil. EntĆ£o, hĆ” uma certa potĆŖncia a acelerar esse processo. E, para isso, nós estamos em fase 2-3. A mesma vez que o universo, o universo morre de estado, o universo morre de estado, entĆ£o, o que Ć© que eu posso deducular ao MinistĆ©rio da SaĆŗde? A diferenƧa Ć© que, eu tento deducular ao MinistĆ©rio da SaĆŗde, mas, normalmente, eu deduloro a dia, e, entĆ£o, o MinistĆ©rio da SaĆŗde estĆ” comigo. E, a nossa intervenção, quando crianƧas, pessoas recorrem, em 2007, 2008, quando houve o primeiro e Ćŗnico medicamento compulsório ocorrido no Brasil, foi o medicamento para tratamento da diabetes, o zerĆ“-coagulina. Nós conseguimos fazer o desenvolvimento, na Ć©poca, em farmacĆŖuticos, em um ano e meio, a partir. Porque, em 2008, o ano, na verdade, foi um pouco mais, em um ano e meio, mais ou menos, em 24 minutos. E nós só conseguimos fazer isso porque houve uma parceria muito consistente no histórico da farmacĆŖutica. Tudo acompanhava, par e passo, em todas as etapas de desenvolvimento, a Ćŗltima etapa de desenvolvimento foi no Instituto de EquivalĆŖncia. Quando saiu o Instituto de EquivalĆŖncia, nós terminamos, um dia e dois dias depois, o viĆ©s. Eu nĆ£o consegui dizer qual foi, se nĆ£o me engano, o SER. O SER era... NĆ£o, nĆ£o, isso foi na Ć©poca, nessa Ć©poca, embaixador, o Ministro da SaĆŗde era de Jardim Estruturante. Ć, depois. O SER, o SER foi antes, quem foi que terminou? Eu gostava de escolher qualquer um. EntĆ£o, eu queria que vocĆŖs falassem como Ć© que era o SER. Era em 2001, 2001? NĆ£o, nĆ£o. O SER tentou, o SER era o Ministro da SaĆŗde e uma tentativa de negociação com a MEC nĆ£o foi... NĆ£o foi possĆvel. AĆ acabou que, entĆ£o, o processo comeƧou lĆ” na gestĆ£o do SER, na frente do MinistĆ©rio da SaĆŗde, mas, de fato, nĆ£o ocorreu. AĆ, no primeiro mandato, no primeiro, final do primeiro mandato, segundo mandato do Presidente Lula, foi, jĆ” entĆ£o, o Ministro, Eduardo AurĆ£o, era o que nós comeƧamos, de fato, de desenvolvimento e concluĆmos em 18 meses. EntĆ£o, Ć© o que a gente sempre comenta lĆ” na sua comunidade, nĆ©? Quando hĆ” interesses do Estado, interesses do MinistĆ©rio da SaĆŗde, os interesses do Estado brasileiro em fazer desenvolvimento, a gente consegue fazer e com um tempo extremamente reclusivo. Foi o caso dos brasileiros o que estĆ” acontecendo agora com os desenvolvimentos de escolas, de carteiros, e a gente consegue. Eu acho muito tambĆ©m comentar que, agora, na Copa de MĆ©dio, tambĆ©m, a gente estĆ” no processo de internacionalização da educação, tambĆ©m, de ter uma Ć”rea bem trabalhada pelos povos. E, alĆ©m de nĆ£o produzir as coisas mais que a gente nĆ£o achou necessĆ”rio, Ć© cultural, entĆ£o, e, eu acho que vale esse destaque tambĆ©m. Eu queria tambĆ©m deixar registrado que a gente tem algum trabalho na AntĆ”rtica. Temos um grupo vulnerĆ”vel do problema antĆ”rtico brasileiro. EntĆ£o, a gente tem um laboratório com equipamentos, bateu cruzes, a gente faz vigilĆ¢ncia na regiĆ£o. EntĆ£o, agora, a gente traz mais pra o Brasil, para o mundo inteiro. EntĆ£o, a gente... VigilĆ¢ncia Ć© interessante. Tem uma oportunidade, tambĆ©m, muito importante. EntĆ£o, a gente tem que trabalhar com isso. EntĆ£o, nós temos uma decisĆ£o, e, assim, a gente tambĆ©m fortalece em parcerias internacionais, para poder fazer a troca de informaƧƵes que a gente possui e que a gente possui criadas. E, a Secretaria, tambĆ©m, tem o nosso Instituto Internacional de Informação CrĆtica, que Ć© na Ć”rea de Centro, que jĆ” comeƧou rapidamente. Nós temos a formação, tambĆ©m, de alunos e alunas, e nossos pesquisadores tambĆ©m querem participar do Instituto Internacional de Informação CrĆtica. EntĆ£o, o papel deles Ć© o conhecido, Ć© o que Ć© o Instituto Internacional. Nós temos, tambĆ©m, as cooperaƧƵes internacionais. Olha, a Ćŗltima semana... O Instituto Pastel, o Instituto Pastel Italiano, se eu tiver, nós temos uma unidade, ainda nĆ£o Ć© uma unidade tĆ©cnico-cĆntica, mas vai se tornar breve, e o Instituto de Eusebio. Eusebio Ć© de grande fortaleza. Eusebio Ć© de grande fortaleza, e logo depois aparece o futuro, que jĆ” Ć© o Instituto de Eusebio. EntĆ£o, nós temos uma unidade lĆ” na Fiocruz, e dentro dessa unidade da Fiocruz, existe uma estrutura grande que estĆ” sendo operada pelo Instituto Pastel em parceria com o Instituto Italiano. A partir de SĆ£o Paulo? A partir de SĆ£o Paulo. EstĆ” na USP, nĆ£o Ć©? EstĆ” na USP. Na Fiocruz tambĆ©m. Ou seja, o Fio Ć© melhorizado, ou como Ć©? NĆ£o, sĆ£o projetos distintos. Projetos distintos. Eles ocuparam espaƧo que, na pandemia, nós temos que facilitar rapidamente dois centros de testagem. Um ficou localizado em Eusebio, e outro em Rio de Janeiro. EntĆ£o, essa estrutura foi negociada... NĆ£o, eles nĆ£o estĆ£o lĆ” no CearĆ”. EntĆ£o, eles estĆ£o usando a unidade que inicialmente originalmente foi usada para fazer a testagem, para cobrir os diagnósticos, e eles estĆ£o usando uma parte desse estado lĆ” no CearĆ” e no Oeste. EntĆ£o, se eu estou aproveitando a nossa estrada aqui com vocĆŖs, eu gostaria de fazer um comentĆ”rio. Ontem, em uma das palestras, e depois nós conversamos com a Araveteda Zulieta, que estarĆ” na sequĆŖncia da nossa reuniĆ£o. Existe no Brasil, liderado pela Fineti, Fineti MCTI, um programa de repatriação de cĆ©rebros, de repatriação de pesquisadores, nĆ£o só de Boston, mas de todos os Estados Unidos. Em função do que ocorre aqui, infelizmente, no momento, mas independente disso, a gente sempre fala que o Brasil ingeste muitos recursos na formação dos nossos jovens. Ć um aluno custa caro para o Estado brasileiro, quando se forma numa universidade federal, ou faz pós-graduação numa universidade federal, talvez complementar os seus estudos aqui, nos Estados Unidos, na Europa, nĆ£o importa, e aos Unidos, nem pouco. EntĆ£o, a gente sabe que o Estado brasileiro faz um grande investimento nessa forƧa de trabalho. E, quando a forƧa de trabalho estĆ” formada, ele retorna para a gente, para dar o retorno. EntĆ£o, esse programa que a Fineti estĆ” desenvolvendo, vamos lanƧar para o Brasil. O edital nos parece muito interessante, inclusive nós, no nosso relatório diĆ”rio da nossa participação na Bairro, nós destacamos numa conversa bastante sobre isso, correspondendo com o nosso presidente, com a nossa vice-presidente, e que a gente gosta de evoluir nessa ideia de tentar repatriar alguns pesquisadores que estĆ£o aqui em Boston, por exemplo, para trabalhar em determinados projetos de estratĆ©gia agroecológica. Eu gostaria de saber se nós podemos contar com o apoio do nosso consulado aqui. A ideia, claro, eu posso falar o seguinte, eu confesso que eu sou um grande otimista quanto a esse tipo de programas que, me parece que sĆ£o caros, me parece que sĆ£o sempre eficientes, e eles nĆ£o tĆ£o suportes, me parece que Ć© um paladar, a razĆ£o Ć© simples, porque quem faz o movimento de saĆda dificilmente volta. Os diretores estudantes tĆŖm de voar, e os pilotos, dificilmente vĆ£o para o processo de saĆda. E a razĆ£o para isso Ć© simples, porque a saĆda Ć© um processo dramĆ”tico, Ć© uma decisĆ£o limita. NĆ£o Ć© um imigrante que vem fazer cinco anos no caminhĆ£o para voltar e entrar na faca. E quando o cidadĆ£o vem, ele se depara com uma situação que Ć© diferente, curiosa. Ele vem, normalmente cheio do laboratório que opera ele, sem ter a cabeƧa da unidade, porque a cabeƧa da unidade Ć© de um pesquisador, de um professor americano, que jĆ” estava na universidade, e nĆ£o mais trabalha nessa Ć”rea, porque o salĆ”rio dele nĆ£o dĆ” dinheiro. E os salĆ”rios da unidade sĆ£o baixos, e o diretor pesquisa e volta quem tem, mas tem muita pesquisa e tal, entĆ£o essas cabeƧas de um projeto tem que sair do seu dinheiro para os outros. Esse dinheiro Ć© para o seu próprio salĆ”rio, mas nĆ£o para os seus filhos, ou para o privilĆ©gio que o salĆ”rio de quem ele estĆ”.
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