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Listen to PODCAST 1 by edicaomultimedia MP3 song. PODCAST 1 song from edicaomultimedia is available on Audio.com. The duration of song is 06:39. This high-quality MP3 track has 1037.632 kbps bitrate and was uploaded on 2 May 2024. Stream and download PODCAST 1 by edicaomultimedia for free on Audio.com – your ultimate destination for MP3 music.










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Bem-vindos a mais um podcast nĂŁo na testa, hoje nĂłs temos dois convidados especiais. Antes de começarmos eu sou a Carolina MarzinhĂŁo e atrás das câmeras e na edição temos Maria da Paz. MĂşsica Cá companheiros, hoje vamos falar sobre as piores verdureiras que já passámos em Lisboa ou fora de Lisboa e para isso terá dois dos grandes meus amigos que posso atĂ© considerar que estĂŁo de perigo na noite. Olá, estaram lá de ponto, como Ă© que estĂŁo a sentir hoje? Olá, olá, estou um bocado assustada com esta conversa. Vamos, vamos, vamos. Olá a todos, eu nĂŁo vou mentir, eu estou cheio de medo por esta conversa, acho que vai ser bastante compromisso. Bem, se mais outros querem apresentar-se, se tem algo a dizer. Olá, eu sou o Afonso, tenho 20 anos e sou de comunicação e acho que nĂŁo tenho aqui nada a dizer e por isso estou de perigo na noite. Bem, eu sou a Sara, tenho 22 anos, estou em comunicação tambĂ©m e pronto, vamos ver no que Ă© que esta conversa leva. Bem, como eu vos expliquei lá há uma semana, quando falámos disto, devemos todos ter que partilhar a nossa pior verdureira, ou melhor Ă©, que já passámos. Bem, como eu sei que vocĂŞs estĂŁo todos envergonhados, porque agora sĂŁo sĂłbrias, posso começar eu para tirar um bocadinho a vergonha. EntĂŁo, Aninha, eu estou-se há 3 anos, eu tinha 19 anos e fui ao bairro Falso com um amigo que tinha chegado de França e era um pai de 4 de manhĂŁ, quando esse meu amigo começa a dizer que tinha esquecido o casaco em França. E nĂłs, pronto, já um bocadinho alterados, fomos para o Porto e basicamente eu sĂł me lembro de acordar com as chamadas da minha mĂŁe, a perguntar onde Ă© que eu estava e eu dizer que estava em França. Ou seja, como Ă© que vou operar, nĂŁo sei. Oh meu Deus! Estou-me chocado. É que por acaso nĂŁo foi uma condição, mas eu sempre tive aquela curiosidade de viajar, de ir apanhar-me na areia e depois de nada ir-me enfiar no aviĂŁo, mas para isso eu preciso de dinheiro de visa, que nĂŁo aconteceu. Deve ser bem engraçado. Deve ser bem fixe. A minha Ă© que nĂŁo sei, porque eu nĂŁo me lembro. Pode ter sido mesmo, mas eu nĂŁo me lembro. É, isso Ă© bem fixe. Mas, menina, bĂŞbado no aviĂŁo, tambĂ©m nĂŁo sei atĂ© quando Ă© que aquela turbulĂŞncia nĂŁo ia fazer ali... Estourar ali. Depende do... Sim, depende do passaporte. Se for ir muito longe ou nĂŁo. Sim, depende da tua consciĂŞncia. Quer entrar no aviĂŁo primeiro. Vá-lo atĂ© a França nĂŁo Ă© assim, Ă© um bom tipo de 2 horas, nĂŁo Ă©? É, Ă©. NĂŁo Ă© que eu nĂŁo me lembro ainda. Sim. Sim, eu nĂŁo sei. Acho que Ă© fixe. A minha mĂŁe Ă© que nĂŁo gosta muito da ideia e nĂŁo me põe durante as semanas. Mas tudo bem. Bem, agora vá. Vamos poupar o outro, que já está tudo envelheado. Pronto? Vai-se, menina. Vai-se. Vai, vai, vai. A minha fica foi a Ăşltima. Espero que esteja a melhor. Porque agora vou ter que me resolver, nĂŁo Ă©? Sim, mas eu estou bem criada. Eu estou bem criada. Faço o outro em casa. Bem... A pior mudança que eu tive... Acho que... Foi no Bairro Alto, com o meu namorado. Estávamos sentados, provavelmente, numa porta. É que a gente se sentia para subir e a descer. Subir e a descer para ir aos bairros. Sim, exatamente. E tambĂ©m, da forma como estávamos alcoolizados, tambĂ©m precisávamos de... De uma palmincinha. De uma palmincinha. Do nada, dois homens... Pedem-me para entrar no edifĂcio onde nĂłs estávamos sentados. Ă€ porta. E olham-me para o meu namorado. E dizem... SĂł ele Ă© que pode entrar. Pode entrar. Calma. Estava-lhe a tentar fazer flerte com o meu namorado. E o teu namorado? Falei que nĂŁo. O namorado dela, como Ă© que ele reagiu? Estava-lhe a ver sĂł bem como Ă© que Ă© o meu namorado. Ele fica, tipo... Com aquela cara de parvo, a olhar para mim. Sim, sim. É o que Ă© que Ă© o meu namorado. E depois, tipo... Continuam a sua vida, sobem. Mas deixam-me a porta aberta. Ah, eu ia lá. Mas espera. E tu? Tu nĂŁo tiveste adrenalina para ir lá, tipo... Putz, vou falar com ela. Ah pá, sim. Mas tambĂ©m era-se de escadas. Vá para a sala. Já estou-me a dar-te uma pergunta. Vá, vá, vá. Meu Deus, as suas escadas. É que, enfim. Depois das voltas. Eu nĂŁo sei atĂ© onde Ă© que a minha sensação me deu. NĂŁo, nĂŁo, nĂŁo. Mas... Mas, basicamente... A minha foi, tipo... Foi uma noite sair a Santos. E estava, tipo, um bocado alcoolizado. E pedi um cigarro. Como sempre. SĂł um bocadinho. Porque ainda estou a tocar no balĂŁo. É isso que era a coisa. E pedi, tipo, um cigarro. Alunhoso. E o putz disse-me que me dava um cigarro. E que estava... Ele estava a fumar, tambĂ©m. E eu disse assim. E pedi-lhe que me dava o cigarro dele. Estava a fumar. E eu disse, ok. AtĂ© ele dar-me o cigarro. Eu, como já nĂŁo estava muito consciente. Eu ponho o cigarro na boca. Mas foi, tipo... Tipo... Contato. Ou seja, nĂŁo foi com o filtro. Foi com a parte da cabeça. Como Ă© Ăłbvio. Fiz-lhe uma queimadura. E tive-lhe que ir parar ao hospital. NĂŁo, Ă© que eu ainda, tipo... Tentei. É que eu nem fui-te e te tirei logo. Eu ainda dei-lhe, tipo, um bapho. Oh, meu Deus. Oh, meu Deus. NĂŁo, mas, sĂ©rio. Como Ă© que reparaste? Como Ă© que reparei? Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Doer. NĂ©? Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe. Diz-lhe.
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